Só existe uma caminho para solucionar a greve crise na saúde de MT: a união de todos

| 30/05/2017 10:06:03

A crise do setor da Saúde de Mato Grosso exige um reflexão e atenção especial não apenas do governo do Estado que tenta quitar uma dívida de mis de R$ 160 milhões com os hospitais regionais, além das dívidas com hospitais que prestam assistência ao Estado como Santas Casas e o Hospital do Câncer, mas também de uma parcela considerável dos meios políticos do Estado. A maioria dos hospitais regionais está instalada no interior. É, portanto, um problema não só estadual, mas fundamentalmente municipal. Portanto, requer um esforço maior para um melhor atendimento à população.

 

O governador Pedro Taques acenou com a possibilidade das prefeituras ajudaram um quinhão do que recebem do Fethab para que a saúde pública em Mato Grosso possa ter condições de proporcionar um melhor atendimento aos pacientes do interior. Na mais justo do que as prefeituras atenuarem o problema com uma ajuda.

 

A decisão dos prefeitos em não colaborar tem lá suas razões. Eles usam os recursos do Fethab para melhorias nas estradas, habitação e outros fins. O mesmo acontece com o poderes, legislativo e judiciário, neste inclusos Tribunal de Conta do Estado e Tribunal de Justiça que se negam a entregar uma fatia de seus duodécimos alegando que os recursos são gastos na saúde de seus servidores, pagamento dos servidores e outras atividades.

 

Mas, Mato Grosso ainda passa por uma crise financeira. O governo, sozinho não consegue dar conta de deixar a Saúde em dia, pagar hospitais, remédios, médicos, atendimentos, deslocamentos de pacientes para a Capital. Com isso acumula dívidas.

 

Portanto, se o dever do Estado não consegue ser cumprido, nada mais justo que uma parcela da sociedade mato-grossense, no caso as prefeituras, poderes e até o agronegócio, que fatura alta, conta com isenções de impostos dê o seu quinhão nesta ajuda para acabar com a crise. O que não é justo é que a outra parcela da sociedade, que precisa de um melhor atendimento na Saúde pague um alto preço por esta situação, sem ter um bom atendimento médico, bons hospitais, notadamente no interior de Mato Grosso, sofrer com a falta de medicamentos e ainda ser penalizado com impostos para solucionar o problema da saúde mato-grossense.