APRESENTAÇÃO

Cantata Carmina Burana do Coral UFMT conta com solistas e dois pianos

Natural do Rio de Janeiro, Eduardo iniciou sua formação musical aos 14 anos de idade na Escola de Música Villa-Lobos (RJ). Estreou como Solista de Ópera, em 1999, interpretando Zuniga, da Ópera Carmen - Bizet, sob direção cênica de Bibi Ferreira.

Redação 24 Horas News | 07/12/2017 10:26:30

O concerto "Carmina Burana", do compositor alemão Carl Orff, que será apresentado pelo Coral da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), nesta sexta-feira (8) - Feriado Municipal da Imaculada Conceição - no sábado (9), conta com a participação especial dos solistas Eduardo Sant' Anna e Iasmim Medeiros e dos pianistas Ângelo Souza dos Santos e Marisa Rosati.

Natural do Rio de Janeiro, Eduardo iniciou sua formação musical aos 14 anos de idade na Escola de Música Villa-Lobos (RJ). Estreou como Solista de Ópera, em 1999, interpretando Zuniga, da Ópera Carmen - Bizet, sob direção cênica de Bibi Ferreira.

Estreou como Solista de Ópera, em 1999, interpretando Zuniga, da Ópera Carmen - Bizet, sob direção cênica de Bibi Ferreira. Ao longo de vinte anos de estudo e pesquisa acadêmica, já interpretou as partes de barítono solista em obras importantes, como La Serva Padrona (Uberto) e O Barbeiro de Sevilha (Figaro).

Como ex-integrante do Coral UFMT, no qual trabalhou por três anos, interpretou obras como A Flauta Mágica, de Mozart, em 2006, e Cantata de Natal de Ricardo Tacuchian, em 2011, sob regência do maestro Fabrício Carvalho.

Já Iasmim é prata da casa. Graduanda do Curso de Música - Bacharelado em Canto da UFMT, durante sua formação acadêmica participou de Painéis da Funarte e recitais de canto dos Cursos de Licenciatura em Música e Bacharelado em canto da UFMT, executando músicas do repertório erudito e popular erudito.

Como solista, atuou junto à Orquestra da UFMT, Orquestra de Câmara do Departamento de Artes da UFMT e Orquestra Villa Real. Participou de concertos de Canto Lírico Inglês e Italiano como solista convidada, em 2016 e 2017.

Atualmente, é preparadora vocal do Coral da Assembleia Legislativa de Mato Grosso e regente do Coral Infantojuvenil do Projeto Alquimia e desde 2013 é uma das regentes do Coral da Terceira Idade da UFMT.

Pianistas

Os pianistas renomados Ângelo Souza dos Santos e Marisa Rosati foram os escolhidos para acompanhar os coralistas neste concerto.

Natural de Belém do Pará, Angelo é graduado pelo Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro - RJ (1995), com especialização em Piano Clássico e em Canto Lírico. Possui Licenciatura em Piano pela UCB-Brasília (DF) e é Mestrando em Regência Coral pela Campbellsville University (EUA). Atua como pianista co-repetidor camerista, professor de piano, regente, professor de Canto Lírico e preparador vocal Clássico, Popular e Gospel.

Marisa é graduada em piano pelo Conservatório Dramático e Musical Conselheiro Lafayette (SP). Cursou Licenciatura em Música na Escola Superior de Música Santa Marcelina (SP) e especialização em Música Brasileira pela UFMT. Professora aposentada da UFMT, atuou no Departamento de Artes da instituição de 1992 a 2015. Como pianista atuou junto ao Coral UFMT, em 2007, na primeira montagem da obra Carmina Burana. É pianista do Duo Dickmann e Rosati, canto e piano, desde 2012.

Cantata profana

A peça é baseada em poemas dos Séculos XVI e XVII com temáticas de amor, de religiosidade e de sarcasmo. Orff escolheu 24 poemas e os agrupou em assunto para construir um tipo de enredo. Num prólogo, que será o epílogo também, o texto fala dos caprichos da roda da fortuna.

A primeira parte fala do despertar da natureza e do amor na primavera, sendo que na segunda parte, com um clima mais sombrio, ele fala de uma noite de excessos gastronômicos e alcoólicos numa taberna. A terceira é sobre um amor que se torna mais vulgar, mostrando que tudo pode ser modificado pelos caprichos do destino.

De acordo com a diretora artística e regente do Coral, Dorit Kolling, a escolha de apresentar a obra foi em conjunto entre dirigentes e participantes do coro, já que desde 2014, o Coral vem apresentando clássicos populares.

"Sentimos falta de uma obra erudita, de peso, até mesmo para trabalhar outras sonoridades e dificuldades com os coralistas, uma vez que a cantata explora muito as partes vocais e utiliza combinações não usuais entre os naipes".


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