O poder da intolerância

A ditadura do convencionalismo está em todos os lugares onde a necessidade de relacionamento é quase obrigatória, quer seja no meio social, ou escolar, ou profissional.


O preconceito está instalado da cabeça dos julgadores críticos,transformando em ações que dificultam os relacionamento, e que em alguns casos são transformadas em excesso, e em alguns casos, os ofendido tem que recorrer ao império da Lei para regular as ações sociais, mas com certeza a intolerância está entre as atitudes mais drásticas e destrutivas das doenças mentais da humanidade.


Pelos círculos sociais vemos muitas pessoas se colocando acima dos outros, simplesmente pelo poder relativo da riqueza acumulada, mas ninguém está um milímetro acima ou abaixo de ninguém. Na verdade as pessoas estão deixando de lado a relação fraternal de igualdade e de amizade, o que leva a optar por todo tipo de discriminação nas relações sociais. Infelizmente a todos momentos somos classificados, seja pela condição financeira, intelectual, estética, pela fama ou qualquer outro tipo de parâmetro social.


Jugar simplesmente pela aparência, engessa a inteligência e gera toda sorte de discriminação, e nesse jogo de separação e escolha de pessoas ou de tribos sociais, fatalmente pode-se estar infelicitando pessoas e às vezes arrancando lágrimas, as vezes podemos estar cultuando injustiça, ou até distorcendo direito, tudo isso é que fomenta a violação dos direitos humanos.


A passagem por esta vida é muito rápida, mas a suficiente longa para cometermos erros irreparáveis, julgando sem tolerância às pessoas e assumindo atitudes individualistas, às vezes simuladas e às vezes agressivas.


O que nos leva a escravizar as nossas atitudes é porque elas não são bem administradas e por isso, nos leva a escapar da infidelidade momentânea, por isso, vivemos assim classificando ou desclassificando as pessoas de acordo com aos nossos entendimentos, mas sem discernimento e sentimento nenhum.


Economista Wilson Carlos Fuáh – É Especialista emRecursos Humanos e Relações Sociais e Políticas.
Fale com o Autor: wilsonfua@gmail.com


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