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Recentemente, foi protagonizado no município de Jangada, localizado à (80 km ao norte de Cuiabá), um bárbaro homicídio, envolvendo a jovem Lucélia Mendes da Silva, 30 anos, grávida de 6 meses. Ela foi brutalmente assassinada, com requintes de crueldade, como só se via, em campos de concentração, onde as pessoas já estavam sentenciadas à morte, e da forma mais horrenda possível.
Cenas como essas, foram protagonizadas durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), em campos de concentração nazistas, que se utilizaram inicialmente como elemento dissuadiu à Alemã nazista, ante a possível oposição comunista, e como prisões dos quadros dirigentes das forças subversivas.
Eis que em pleno século XXI, nos deparamos com um caso escabroso e sórdido, que aconteceu no município de Jangada, situado à (80 km ao norte de Cuiabá). Este fato aconteceu em um sítio no mesmo município, envolvendo a jovem Lucélia Mendes da Silva, 30 anos, grávida de 6 meses.
A vítima foi abordada por 3 homens, sendo que 2 a seguraram colocando o joelho sobre sua barriga, enquanto o outro monstro, a obrigava beber veneno. Imaginem vocês, a dor e sofrimento desta mulher indefesa, que além de se preocupar com sua integridade física, existia outra agravante, ela carregava consigo, um novo ser, que também veio a falecer em função dessa ação monstruosa e repugnante, praticada por esses psicopatas.
Entendemos, que todos os assassinatos dessa magnitude, independentemente de ser praticado; contra, pobres, ricos ou famosos, teria que existir, uma mesma divulgação na mídia, só que, infelizmente neste caso por se tratar de uma família humilde a divulgação foi mínima, por isso estamos falando exaustivamente a cerca desse crime. Tentando desta forma, dar ressonância e apoio, àquelas pessoas de bem, que querem ver mais este caso resolvido.
A manifestação popular é prova inequívoca de descontentamento e medo da impunidade envolvendo este caso. Por se tratar de uma família expropriada do capital, este caso macabro, vem sendo divulgado por parte da mídia de forma tímida. Porém, no momento em que, existindo a mobilização popular as pessoas saindo às ruas com faixas e cartazes dizendo não a impunidade, ai a coisa muda de figura.
Pare o mundo, quero descer
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