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Lair Ribeiro

Leis da riqueza — Economizar (Parte II)

Noções básicas para economizar

Fazer economia não quer dizer gastar o necessário e guardar o que sobra. Você também pratica economia gastando dinheiro. A diferença é que, para isso, você precisa gastar mais naquilo que gera dinheiro e menos no que pode lhe trazer mais despesa.

Quando você ouve falar em ativo e passivo, o conceito que está por trás é este: o de colocar e de tirar dinheiro do seu bolso.

Se você gasta o seu dinheiro comprando um galpão em uma área industrial e o aluga para depósito de papel de uma gráfica, por exemplo, você adquiriu um ativo. Quer ver as vantagens?

1. Todo mês aquele imóvel vai colocar dinheiro no seu bolso.

2. Você não terá despesas com a conservação do imóvel: problemas sérios, como umidade, por exemplo, serão resolvidos pelo locador, em benefício do ativo dele (o papel) que lá estará armazenado.

3. Seu imóvel não se deteriorará, afinal, o locador o manterá bem conservado.

4. E, finalmente, imóveis em áreas industriais sofrem menos com a depreciação, que decorre basicamente de fatores externos. Por exemplo: quando o comércio invade uma área residencial, todos os imóveis localizados nela sofrem uma depreciação. Uma ocorrência dessa natureza dificilmente atinge um imóvel industrial.

Agora, quer ver o que é um passivo? Então, pegue o seu dinheiro e compre um barco! Você vai ter tanta despesa com ele que nem vale a pena enumerar.

Cultura versus ignorância financeira

A diferença entre pessoas que têm cultura financeira e pessoas que não a têm (independentemente de terem ou não muito dinheiro) é a forma como lidam com ativos e passivos. Uma pessoa financeiramente culta adquire ativos. A outra pensa que o faz, quando, na verdade, está comprando despesas e obrigações.

Cultura financeira não se aprende na escola. Como disse Soichiro Honda, “com um ingresso de cinema, podemos entrar em uma sala de projeção e passar momentos agradáveis; com um diploma, entretanto, nunca estaremos certos de poder entrar na vida.”

Afirmação para a Lei do Economizar (escreva-a três vezes, durante 21 dias:

Uma parte do meu ganho é meu, para guardar.

Lair Ribeiro 13/05/2013 - 13:52
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Lair Ribeiro

Leis da riqueza — Economizar (Parte I)

Economizar é acumular o que sobra do seu ganho.

Imagine alguém ganhando 20 mil dólares por ano, gastando 19 mil e guardando mil: o resultado é felicidade. Agora, imagine alguém ganhando 100 mil dólares por ano, gastando 110 mil e devendo 10 mil: o resultado é infelicidade. No entanto, a sociedade, em geral, aplaude muito mais quem ganha 100 mil e deve 110 mil do que quem ganha 20 e gasta 19 mil. Coisas inexplicáveis da natureza humana!

Economizar

A maior mentira que podemos contar a nós mesmos sobre riqueza é que se ganharmos mais dinheiro seremos ricos. Não é o quanto você ganha que o torna rico, mas, sim, o quanto você economiza.

A importância do dízimo pessoal

Se você é capaz de guardar mais do que 10% do que ganha, ótimo. Isso significa que a trilha da riqueza não será penosa para você, pois economizar já é uma prática no seu cotidiano. Mas eu quero enfatizar a importância de você reter em um investimento separado os 10% que constituem o seu dízimo pessoal.

Por que ter os 10% em um investimento separado? Porque 10 é um número cabalístico e existem algumas tradições que não nos cabe contestar. Se não nos servirem, devemos descartá-las; se forem úteis, devemos incorporá-las, como é o caso do dízimo.

O número 10 tem uma simbologia cabalística: 1 = criatividade e 0 = mais.

Quando você abre a torneira, sai o quê? — Água! A água que sai da torneira vai para onde? — Para o esgoto. O esgoto vai para onde? — Para o rio, para o mar, para onde tiver água!

Ou seja: assim como água atrai água, dinheiro atrai dinheiro. É esse o segredo por trás do pagamento do dízimo pessoal: a criação de um ímã para a atração de dinheiro.

Para economizar é preciso saber

Quando eu falo em dízimo pessoal, algumas pessoas dizem: — Ah, mas eu ganho tão pouco...

Eu costumo responder: — Ótimo. Dez por cento do que você ganha também vai ser muito pouco; então, será muito mais fácil guardá-lo.

Isso parece brincadeira, mas não é. Há pessoas que não conseguem guardar um centavo do que ganham. Vivem sempre no limite, ou ultrapassando o limite, porque não sabem gastar ou o fazem de forma compulsiva.

Imagine que você esteja trabalhando para superar as formas compulsivas e emocionais com que tem gasto o seu dinheiro e está sentindo a necessidade de ter um controle efetivo da sua disponibilidade financeira. De que você precisa para iniciar esse processo e saber, efetivamente, o quanto está sobrando ou faltando no seu orçamento?

De um fluxo de caixa. É disso que você precisa para saber se, no final do mês, você vai conseguir poupar algum dinheiro, além do dízimo pessoal, que é sagrado! Faça um. É simples e vai dar a você parâmetros consistentes para acompanhar suas finanças.

Lair Ribeiro 06/05/2013 - 09:22
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Lair Ribeiro

Leis da riqueza — Gastar (Parte II)

Educação é fundamental, mas a melhor herança que um pai pode deixar ao seu filho é a educação levada à competência de ação.

A forma como as pessoas gastam o dinheiro que possuem (e até o que não possuem) tem muito a ver com o repertório de crenças que elas têm.

Veja essa situação, por exemplo: uma pessoa que cresceu ouvindo dizer que para ser alguém na vida é preciso estudar, quando tem um filho, se esforça para dar a ele a melhor educação possível. Se ela sabe por experiência própria o quanto é difícil trabalhar e estudar, ela não deixa seu filho fazer isso e financia seus estudos e diversão. E dá a ele um cartão de crédito. Depois, quando o filho faz um rombo na sua conta bancária, ela diz que ele não sabe gastar.

Ela não pode criticar a forma como seu filho gasta o dinheiro; afinal, ela deu um cartão de crédito a um adolescente que, antes de aprender a ganhar, já está se especializando em gastar!

Emoção e compulsão

Um adolescente pode ser equilibrado em relação a gastar dinheiro, mas não se espera dele exatamente isso. Afinal, no início da adolescência, somos pura emoção. Mas, o que leva uma pessoa adulta a gastar, por exemplo, duzentos dólares em um vidro de perfume? Pode ser por prazer, mas, na maioria das vezes, é compensação e compulsão. E, nesse caso, não há dinheiro que chegue.

De onde vem o problema

O hábito de gastar emocional e compulsivamente faz parte do rol das programações mentais que precisam ser reprogramadas, cuja origem, geralmente, se encontra na infância.

Gastar, hoje, é um paliativo para todo tipo de desordens emocionais.

Assim como as crianças de hoje, os atuais jovens adultos e adolescentes também tiveram pais que trabalhavam o dia todo. A maioria desses pais, para compensar a atenção e o afeto que não tinham tempo de dar aos seus filhos, davam-lhes presentes. Muitas dessas crianças cresceram com esse link entre presentes e satisfação de carências emocionais. Assim, quando a ocasião se apresenta, elas não esperam mais os presentes dos pais, mas vão em busca de presentes, gastando o que têm e o que não têm.

Fala-se, hoje, em shopping-terapia para resolver problemas de baixa auto-estima, por exemplo. Por outro lado, existem grupos populares de apoio que tratam o tema com seriedade. Mas o fundamental é a pessoa perceber o abismo onde está se enterrando — e enterrando as suas chances de enriquecer — e reprogramar-se mentalmente para estabelecer relações saudáveis entre as suas emoções e o dinheiro, que são coisas totalmente distintas.

Dizem que há regras para ricos e para outras pessoas. Como você não terá condições de ensinar seus filhos a ganhar dinheiro, a menos que aprenda a fazê-lo, comece a prestar atenção no que as pessoas ricas fazem e aprenda com elas. Mantendo o foco correto, você verá que o milionário gasta com muito mais critério do que quem tem pouco.

O rico valoriza e respeita o dinheiro que possui, avaliando sempre o retorno que obterá com suas aquisições. Já as outras pessoas costumam gastar de forma emocional e do jeito que elas pensam que os ricos gastariam. Muitas vezes, acabam ostentando uma riqueza que não possuem, mas que poderiam possuir se adotassem os critérios dos ricos em relação a ganhar e, principalmente, a gastar dinheiro.

Afirmação para a Lei do Gastar (escreva-a três vezes, durante 21 dias

Tudo aquilo que eu gasto volta para mim multiplicado.

Lair Ribeiro 30/04/2013 - 15:41
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Lair Ribeiro

Leis da riqueza — Gastar (Parte I)

A matemática governa o mundo, inclusive nossa vida financeira. Quando nos falta agilidade para pensar matematicamente, encontramos dificuldade, inclusive, para enfrentar as situações do dia-a-dia.

Os rituais da riqueza

Para Tod Barnhart, consultor financeiro e autor bem-sucedido na mesma área, existem cinco rituais da riqueza:

1. Pague a si mesmo em primeiro lugar.

2. Faça o que gosta e o dinheiro virá.

3. Planeje e o mapa se transformará em território.

4. O dinheiro flui para onde ele é mais bem-cuidado.

5. É dando que se recebe. Doar e receber são os dois lados da mesma moeda.

Você sabe gastar?

A maioria das pessoas dirá que sabe e que para gastar, basta ter dinheiro! Se você pensa assim, precisará pensar diferente, caso queira viver bem financeiramente.

Gastar, assim como ganhar dinheiro, não se aprende na escola. Por sinal, é nos bancos escolares que uma série de conceitos equivocados sobre o assunto podem ser reforçados.

Apesar de todas as mudanças pelas quais o mundo tem passado, estranhamente, as noções sobre dinheiro e como obtê-lo têm se modificado muito pouco. O motivo disso é que tais noções se perpetuam pelos conselhos que são transmitidos de pais para filhos, sucessivamente. Então, quem sabe ganhar dinheiro sabe ensinar os seus sobre o assunto. Já quem não sabe é porque nunca teve sábios conselhos e, conseqüentemente, continuará transmitindo conselhos que não foram de muita serventia.

Em geral, os pais costumam repassar à escola a responsabilidade pelo sucesso financeiro de seus filhos. É na escola, pensam eles, que seus filhos aprenderão uma profissão, na qual trabalharão muito e poderão ganhar muito dinheiro. Por causa disso, as famílias pouco falam de dinheiro, exceto para reclamar da falta dele. No entanto, não é isso o que as pessoas abastadas fazem. Quem sabe ganhar dinheiro e valoriza essa habilidade, sem conceitos falsos ou preconcebidos, fala abertamente sobre dinheiro com seus filhos, complementando-lhes a educação acadêmica com a educação financeira.

Algum dia na vida, já ouvimos de nossos pais, tios, avós ou de alguma pessoa mais velha da família que, se quiséssemos ficar ricos, teríamos de trabalhar muito e estudar muito.

A relação entre trabalhar muito, estudar muito e riqueza é meramente casual.

Lair Ribeiro 23/04/2013 - 08:53
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Lair Ribeiro

Leis da riqueza — Ganhar (Parte III)

Do pensamento de preocupação para o de geração de dinheiro

Tenho um exercício muito interessante para você. Primeiro, substitua a preocupação com problemas financeiros, o que, convenhamos, não ajuda a resolvê-los, por energia vital, que é geradora de dinheiro. Em seguida, gere cinco idéias que possam dar-lhe um lucro de R$ 1,00 cada uma. Interrompa a leitura por alguns instantes e concentre-se nas idéias:

Pronto? Agora, você vai concentrar-se e gerar cinco idéias que possam lhe dar um lucro de R$ 100,00 cada uma. Mais uma vez, pare de ler e trabalhe nas idéias.

Você foi capaz de gerá-las? Muito bem! Então, responda-me:

— Foi mais difícil gerar idéias de R$ 100,00 do que de R$ 1,00?

Creio que não. Estou certo?

Sabe o que isso significa? Significa que você pode multiplicar cem vezes o seu ganho pessoal, modificando a qualidade das suas idéias, sem grandes esforços!

Se gerar idéias de R$ 1,00 tem o mesmo nível de dificuldade que gerar idéias de R$ 100,00, por que você insiste em ganhar menos? Freud, seguramente, lhe daria a razão inconsciente para essa atitude incompreensível.

Preocupação não resolve problema financeiro. Criatividade, sim, o resolve.

O poder da imaginação

Desta vez, você vai compreender de uma vez por todas o poder da imaginação e a capacidade que uma visualização bem-feita tem para modificar a realidade. E não é só isso: você chegará a essa conclusão por si mesmo. Eu só vou ajudá-lo.

Proponho-lhe um exercício que deve ser feito durante 21 dias (cinco minutos por dia), de preferência à noite, antes de dormir, para que a sua mente fique ruminando a imagem visualizada durante toda a noite.

Quero que, por 21 dias, você visualize o seguinte:

Você foi acometido de uma enfermidade debilitante que o impede de andar, mastigar, falar, etc. Imagine que o seu problema piora a cada dia até que você fica paralisado do pescoço para baixo, precisando, inclusive, respirar por meio de um respirador artificial.

 

Importante: Mantenha uma música fúnebre como fundo, durante toda a visualização.

 

Você está disposto a fazer o exercício?

Com toda certeza, você achou a minha proposta absurda. Estou certo de que não faria o que lhe pedi porque, consciente ou inconscientemente, sabe que isso pode trazer danos irreparáveis à sua vida, não é verdade?

Então, me responda: se uma visualização negativa pode causar danos irreparáveis à sua vida, por que uma visualização positiva não pode proporcionar transformações formidáveis? Por que, quando lhe é sugerido visualizar coisas boas, você tem dificuldade em acreditar que funcione?

 

O mecanismo e o poder da imaginação são os mesmos, qualquer que seja o conteúdo da visualização. Quando uma imaginação é bem-feita, o cérebro não distingue se aquilo é real ou, apenas, imaginação. Portanto, adote o hábito de imaginar-se, agora, finan-ceiramente independente no futuro.

Afirmação para a Lei do Ganhar (escreva-a três vezes, durante 21 dias):

Eu mereço ser próspero.

Lair Ribeiro 12/04/2013 - 17:40
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Lair Ribeiro

Leis da riqueza — Ganhar (Parte II)

Como desenvolver estruturas financeiras sólidas e duráveis

Para desenvolver estruturas financeiras sólidas e estáveis, em primeiro lugar, você precisa desenvolver um novo modo de pensar, baseado no paradigma da abundância universal.

O Universo é um lugar potencialmente abundante e Deus quer o melhor para os seus filhos: evolução e abundância. Mas, infelizmente, a maioria das pessoas recebe como herança familiar o pensamento de escassez. Assim, seguem a vida pensando que, no mundo, não há o bastante para todos. E, como se trata da maioria, a sociedade torna-se cada vez mais competitiva, com pessoas defendendo com unhas e dentes seus bens materiais e estabelecendo prioridades equivocadas, nas quais o menos importante passa a ter mais importância.

Aprenda a priorizar

Imagine que você precisa colocar cinco pedras grandes em um recipiente cheio de pedregulhos. Essas cinco pedras grandes representam as cinco áreas mais importantes da sua vida: saúde (S), finanças (F), relacionamentos (R), espitirualidade (E) e vida profissional (P).

Se tentar acomodar as pedras sobre os pedregulhos, não conseguirá fechar o recipiente; mas se você pegar um recipiente vazio (novo paradigma) e colocar as pedras grandes primeiro, terá espaço de sobra para colocar os pedregulhos e conseguirá fechar o recipiente sem problemas. E ainda conseguirá colocar uma boa porção de água entre as pedras e os pedregulhos, e fechar o recipiente!

Na Matemática, a ordem dos fatores não altera o produto; mas, na vida, altera. Se você executar primeiro as atividades prioritárias, terá tempo para as pequenas coisas. O contrário, porém, não é verdadeiro.

Tente arrumar o porta-malas de um carro começando por acomodar a bagagem de mão no seu interior e, provavelmente, terá de levar a mala de roupas no assento traseiro.

É fundamental estabelecer as prioridades certas e executá-las na ordem de importância.

Pense diferente

Mude o seu modo de pensar e você mudará as suas prioridades. Isso modificará a sua forma de lidar com o dinheiro e, principalmente, a sua forma de investi-lo, para que ele passe a trabalhar para você, e não o contrário.

Ter e usufruir de bens materiais não é pecado. Pecado é apegar-se à matéria. Caixão não tem gaveta e mortalha não tem bolso. Quando formos embora deste planeta, tudo o mais ficará aqui, menos a nossa evolução de consciência.

Características do pensamento

Os pensamentos têm a capacidade de expandir crenças que, em geral, se autoperpetuam, aumentando a sua área de influência. Mas os pensamentos também têm a característica de perenicidade: eles permanecem em nossa mente por indeterminado tempo, caso não sejam repensados ou alterados. E eles também têm poder criativo. Tudo no universo físico foi, um dia, um pensamento seu, de outra pessoa ou do Divino Criador. Mude seus pensamentos em relação ao dinheiro e a sua vida financeira mudará também.

Lair Ribeiro 05/04/2013 - 14:54
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Lair Ribeiro

Leis da riqueza — Ganhar (Parte I)

Assim como a segunda-feira vem antes da terça, o ganhar vem antes das outras leis da riqueza. Sem aprender a ganhar, de nada vale saber aplicar as outras leis.

Se você não ganha, não tem o que gastar, economizar ou investir. Ganhar não é o suficiente para a independência financeira, mas é um ingrediente fundamental e necessário.

Problema financeiro não se resolve com dinheiro. Se você está devendo o aluguel e toma dinheiro emprestado para pagar, no mês seguinte terá duas dívidas: o novo aluguel e o empréstimo.

Problema financeiro resolve-se com imaginação e criatividade. Toda riqueza é criada pela mente humana. E no ganhar está a semente de toda a riqueza.

Hierarquia de idéias

Para alavancar seus ganhos, é importante entender o conceito de hierarquia de idéias.

Em uma empresa, você preferiria ser faxineiro ou gerente de produção? Gerente de produção ou diretor executivo de engenharia e produção? Um dos diretores executivos ou presidente da empresa?

Aposto como você responderia: — Presidente da empresa!

 

Para fazer essa escolha, você, mesmo de forma inconsciente, percorreu a hierarquia do poder: presidente tem mais poder que diretor executivo; que, por sua vez, tem mais poder que gerente; que, por sua vez, tem mais poder que faxineiro.

Algumas idéias são mais fortes do que outras. Certas idéias encontram-se em um nível hierárquico tão superior às demais que nem se cogita implementá-las, pois poderiam alterar toda a dinâmica mundial.

Se você inventar algo que possa ser utilizado por um modelo específico de carro de determinada montadora, irá ganhar menos do que se a sua invenção puder ser utilizada por todos os modelos dessa montadora. Caso a sua invenção também sirva para os carros de outras montadoras, a sua fortuna será consideravelmente maior. E será maior ainda se não apenas carros, mas toda a linha de transportes, como trens, navios, aviões, etc., puder utilizá-la. Isso é um exemplo de hierarquia de idéias.

Em que nível hierárquico de idéias você está operando?


Lair Ribeiro 28/03/2013 - 14:19
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Lair Ribeiro

Leis da riqueza

As leis da riqueza são leis universais que mostram como ganhar, gastar, economizar e investir. Elas deveriam ser ensinadas no jardim da infância, mas nunca é tarde para aprender.

Existe uma roda da abundância que gira impulsionada pela ação dos verbos declarar, solicitar, arriscar e agradecer. Quando você coloca esses verbos em ação, a sua roda da abundância, que é a parte metafísica necessária para quem quer viver bem, com prosperidade e abundância, entra em movimento. Entretanto, para viver bem financeiramente é preciso conhecer e praticar as leis da riqueza, que são quatro: ganhar, gastar, economizar e investir.

Essas leis são a parte concreta e objetiva da riqueza e você vai aprender sobre elas neste e nos próximos artigos. Vou lhe transmitir informações de ordem prática, mas, para implementá-las, o seu ser racional e emocional precisam estar de acordo.

Antes de prosseguir com a leitura sobre as leis da riqueza, aceite um conselho: reveja suas crenças e seus bloqueios psicológicos. Procure identificar suas travas emocionais, pois se alguma o estiver prendendo, seus planos terão dificuldade em deslanchar ou nem deslancharão. Também sugiro que você avalie seriamente suas intenções financeiras. Vou ajudá-lo a fazer isso!

Você está disposto a ser financeiramente independente?

A resposta óbvia seria: “É claro que sim! Por isso estou lendo este artigo.” No entanto, se você pensar que tudo no Universo tem um preço, a resposta deixa de ser tão óbvia quanto parece. Depois de avaliar todos os problemas que as pessoas ricas têm e que as pobres não têm, se você ainda quiser ser financeiramente independente, continue lendo!

De quanto você precisa para ser financeiramente independente?

Não adianta responder “o bastante”. É preciso estabelecer uma cifra para que o seu cérebro possa trabalhar no sentido de obtê-la. Talvez, um treinamento intensivo em riqueza possa ajudá-lo a responder essa pergunta com objetividade. Se estiver disposto a fazê-lo, siga as orientações:

Imagine-se participando de um de meus cursos. A cada dia, você receberá uma certa quantia para gastar à vontade, mas só até a meia-noite. À meia-noite, você terá de me devolver o que tiver sobrado do dinheiro recebido no dia.

1º Dia: Você tem mil dólares para gastar até a meia-noite. Em que você gastaria?

Dia: Hoje, você tem dois mil dólares para gastar até a meia-noite. Em que você gastaria?

Dia: Hoje, vou lhe dar três mil dólares para gastar até a meia-noite. Em que você gastaria?

Imagine-se gastando uma quantia progressivamente maior a cada dia, até chegar ao fim do curso, no décimo dia, com 10 mil dólares para gastar até a meia-noite. Como você se sentiu gastando dinheiro durante dez dias seguidos? O “gastar dinheiro” tornou-se mais um problema do que um prazer? É assim que costumam se sentir muitas das pessoas que ganham dinheiro por ganhar.

 

Antes de decidir-se sobre a quantia necessária à sua independência financeira, reflita sobre o exercício que acabou de fazer:

·         Em que você pensava enquanto procurava modos de gastar todo o dinheiro até a meia-noite?

·         Você teve algum sentimento de culpa por estar gastando tanto dinheiro?

·         O que você aprendeu sobre dinheiro com esse exercício?

Imagine o que aconteceria se, em vez de 10 dias, o curso durasse 30 ou 60 dias: gastar se tornaria um hábito ou passaria a ser um pesadelo?

Lair Ribeiro 26/03/2013 - 09:45
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Blog do Marcelo Sandrin

DORES PÉLVICAS CRÔNICAS-UM DILEMA

Com a maturidade sexual, as mulheres ativas têm como premissa realizar, e devem, um exame ginecológico semestral, e pelo menos, salvo indicação outra, um preventivo anual. Mesmo assim procedendo é muito comum a queixa de dores e corrimentos crônicos, sendo frequente as dispareunias, dores pélvicas,  muitas das vezes, incapacitantes. 

Na investigação destas dores, muitas são de origem psicológica, tendo em vista as desinformações e  desvios aos quais a sexualidade das mulheres é submetida, apesar da grande evolução dos últimos tempos.


Os mitos da virgindade, o desconhecimento de seu próprio corpo e seu funcionamento, a desinformação quanto à anticoncepção e prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis......., levam a um alto nível de "stress"  que pode por exemplo impedir o relaxamento da musculatura pélvica da mulher  e o aparecimento de dores ao coito, com vaginismo intenso, que por vezes impede a própria penetração. 

A doença inflamatória pélvica com sua multiplicidade de agentes e situações, é de longe a maior responsáveis  pela dor, e sua correta mensuração ao exame ginecológico, a identificação correta de seu possível agente causal, a confirmação ultrassonográfica, levam-nos, com o vasto arsenal de recursos terapêuticos disponíveis, ao tratamento confortável e eficaz na maciça maioria das pacientes.As famosas e frequentes aderências pós cirurgias pélvicas, em especial pós cesarianas, são frequentes e hoje com recursos laparoscópicos, consegue-se certeza diagnostica, e tratamento sem cirurgias maiores, o mesmo sendo possível com endometriose e pequenos cistos ovarianos que eventualmente sejam passíveis de correção durante o próprio exame laparoscópico. Hoje alia-se outros métodos, como a histeroscopia, observação in loco da cavidade uterina e muito mais. Por isso leitoras e também os leitores, pois o companheirismo é fundamental, consultem seu ginecologista e livrem-se deste incomodo, fazendo a prevenção ainda do câncer ginecológico que sendo outra causa de dor cronica, deve  sempre ser prevenido para não termos que remediar.

 


Marcelo Sandrin 20/03/2013 - 10:21
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Lair Ribeiro

A roda da abundância — Parte IV

Correlação, causalidade e casualidade

Confunde-se, com muita freqüência, causalidade e correlação.

·         Causalidade é a qualidade de relação entre causa e efeito e é objeto de estudo científico.

·         Correlação é apenas uma relação mútua, sem que uma causa contribua para a obtenção de um efeito.

·         Casualidade é a qualidade de casual, decorrente, pura e simplesmente, do acaso.

Saber viver financeiramente é tema provido de uma causalidade bem desenvolvida e, muitas vezes, confundida com correlação e casualidade, estabelecendo mitos populares.

Mitos populares: falta de causalidade

Trabalhar muito é causa de riqueza.

Isso não é verdade. Em geral, quem mais trabalha é quem menos ganha.

Não é correto se divertir e ser pago por isso.

E por que não seria correto? Qual é o problema em ter um hobby e cobrar por ele? Aquilo que você faz por diversão, alguém faz por profissão.

A ocupação correta é o segredo do sucesso financeiro.

Conhecemos médico rico e médico pobre, advogado rico e advogado pobre, engenheiro rico e engenheiro pobre... Resumindo: não existe ocupação correta. Quando o homem está certo consigo mesmo, o mundo está certo e a sua ocupação também está certa.

Boa formação garante sucesso financeiro.

Isso não é verdade. Os homens mais ricos do mundo não são os mais eruditos.

Não há o suficiente para todos.

Prosperidade gera prosperidade. É claro que o que é piso para um pode ser teto para outro. Afinal, somos todos diferentes.

O que dificulta o giro da roda — Como se manter pobre

Riqueza não é casualidade; mas, sim, causalidade. Sem conhecer a causa, você não conseguirá reproduzir o efeito. Algumas pessoas ficam ricas; mas se perderem o dinheiro não conseguirão ganhá-lo de novo porque, ou ganharam o dinheiro por acaso (casualidade), como na loteria, por exemplo, ou não sabem reproduzir a causa que as levou a ganhar dinheiro. Os fatores que contribuem para manter 95% da população no nível de sobrevivência, ou trocando seis por meia dúzia são:

1. Bloqueios psicológicos

Para ter dinheiro e se sentir em paz, você precisa ter espírito livre. O que os outros pensam a seu respeito não é problema seu, mas, sim, dos outros. Dinheiro é apenas um instrumento, assim como uma corda, que pode ser usada para enforcar alguém ou para tirar uma pessoa do poço, salvando-lhe a vida.

2. Falta de educação financeira

A “logicofobia” é uma epidemia espalhada pelo mundo: as pessoas têm medo de números e são incapazes de pensar numericamente e, portanto, financeiramente.

3. Ignorância em relação às leis da riqueza

Se soltássemos uma maçã da altura de 400 metros acima do solo, ela chegaria ao chão com uma velocidade de 320 quilômetros por hora. Qualquer pessoa que recebesse uma pancada dessas teria de ser hospitalizada e, se sobrevivesse, nunca mais seria a mesma. Mesmo que você não entenda nada sobre a lei da gravidade, ela está atuando sobre nós, os terráqueos! Assim também as leis da riqueza, tema a ser iniciado no próximo artigo.

Lair Ribeiro 18/03/2013 - 08:26
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