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13/05/2013
Lair Ribeiro
Leis da riqueza — Economizar (Parte II)
Noções básicas para economizar
Fazer economia não quer dizer gastar o necessário e
guardar o que sobra. Você também pratica economia gastando dinheiro. A
diferença é que, para isso, você precisa gastar mais naquilo que gera dinheiro
e menos no que pode lhe trazer mais despesa.
Quando você ouve falar em ativo e passivo, o conceito que
está por trás é este: o de colocar e de tirar dinheiro do seu bolso.
Se você gasta o seu dinheiro comprando um galpão em uma
área industrial e o aluga para depósito de papel de uma gráfica, por exemplo,
você adquiriu um ativo. Quer ver as vantagens?
1. Todo mês aquele imóvel vai colocar dinheiro no seu
bolso.
2. Você não terá despesas com a conservação do imóvel:
problemas sérios, como umidade, por exemplo, serão resolvidos pelo locador, em
benefício do ativo dele (o papel) que lá estará armazenado.
3. Seu imóvel não se deteriorará, afinal, o locador o
manterá bem conservado.
4. E, finalmente, imóveis em áreas industriais sofrem
menos com a depreciação, que decorre basicamente de fatores externos. Por
exemplo: quando o comércio invade uma área residencial, todos os imóveis
localizados nela sofrem uma depreciação. Uma ocorrência dessa natureza
dificilmente atinge um imóvel industrial.
Agora, quer ver o que é um passivo? Então, pegue o seu
dinheiro e compre um barco! Você vai ter tanta despesa com ele que nem vale a
pena enumerar.
Cultura versus ignorância financeira
A diferença entre pessoas que têm cultura financeira e
pessoas que não a têm (independentemente de terem ou não muito dinheiro) é a
forma como lidam com ativos e passivos. Uma pessoa financeiramente culta
adquire ativos. A outra pensa que o faz, quando, na verdade, está comprando
despesas e obrigações.
Cultura financeira não se aprende na escola. Como disse
Soichiro Honda, “com um ingresso de cinema, podemos entrar em uma sala de
projeção e passar momentos agradáveis; com um diploma, entretanto, nunca
estaremos certos de poder entrar na vida.”
Afirmação para a Lei do Economizar (escreva-a três vezes,
durante 21 dias:
Uma parte do meu ganho é meu, para guardar.
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06/05/2013
Lair Ribeiro
Leis da riqueza — Economizar (Parte I)
Economizar é acumular o que sobra do seu ganho.
Imagine alguém ganhando 20 mil dólares por ano, gastando
19 mil e guardando mil: o resultado é felicidade. Agora, imagine alguém
ganhando 100 mil dólares por ano, gastando 110 mil e devendo 10 mil: o
resultado é infelicidade. No entanto, a sociedade, em geral, aplaude muito mais
quem ganha 100 mil e deve 110 mil do que quem ganha 20 e gasta 19 mil. Coisas
inexplicáveis da natureza humana!
Economizar
A maior mentira que podemos contar a nós mesmos sobre
riqueza é que se ganharmos mais dinheiro seremos ricos. Não é o quanto você
ganha que o torna rico, mas, sim, o quanto você economiza.
A importância do dízimo pessoal
Se você é capaz de guardar mais do que 10% do que ganha,
ótimo. Isso significa que a trilha da riqueza não será penosa para você, pois
economizar já é uma prática no seu cotidiano. Mas eu quero enfatizar a
importância de você reter em um investimento separado os 10% que constituem o
seu dízimo pessoal.
Por que ter os 10% em um investimento separado? Porque 10
é um número cabalístico e existem algumas tradições que não nos cabe contestar.
Se não nos servirem, devemos descartá-las; se forem úteis, devemos
incorporá-las, como é o caso do dízimo.
O número 10 tem uma simbologia cabalística: 1 = criatividade e 0 = mais.
Quando você abre a torneira, sai
o quê? — Água! A água que sai da torneira vai para onde? — Para o esgoto. O
esgoto vai para onde? — Para o rio, para o mar, para onde tiver água!
Ou seja: assim como água atrai água, dinheiro atrai
dinheiro. É esse o segredo por trás do pagamento do dízimo pessoal: a criação
de um ímã para a atração de dinheiro.
Para economizar é preciso saber
Quando eu falo em dízimo pessoal, algumas pessoas dizem: —
Ah, mas eu ganho tão pouco...
Eu costumo responder: — Ótimo. Dez por cento do que você
ganha também vai ser muito pouco; então, será muito mais fácil guardá-lo.
Isso parece brincadeira, mas não é. Há pessoas que não
conseguem guardar um centavo do que ganham. Vivem sempre no limite, ou
ultrapassando o limite, porque não sabem gastar ou o fazem de forma compulsiva.
Imagine que você esteja trabalhando para superar as formas
compulsivas e emocionais com que tem gasto o seu dinheiro e está sentindo a
necessidade de ter um controle efetivo da sua disponibilidade financeira. De
que você precisa para iniciar esse processo e saber, efetivamente, o quanto
está sobrando ou faltando no seu orçamento?
De um fluxo de caixa. É disso que você precisa para
saber se, no final do mês, você vai conseguir poupar algum dinheiro, além do
dízimo pessoal, que é sagrado! Faça um. É simples e vai dar a você parâmetros
consistentes para acompanhar suas finanças.
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30/04/2013
Lair Ribeiro
Leis da riqueza — Gastar (Parte II)
Educação é fundamental, mas a melhor herança que um pai pode deixar ao seu
filho é a educação levada à competência de ação.
A forma como as pessoas gastam o dinheiro que possuem (e
até o que não possuem) tem muito a ver com o repertório de crenças que elas
têm.
Veja essa situação, por exemplo: uma pessoa que cresceu
ouvindo dizer que para ser alguém na vida é preciso estudar, quando tem um
filho, se esforça para dar a ele a melhor educação possível. Se ela sabe por
experiência própria o quanto é difícil trabalhar e estudar, ela não deixa seu
filho fazer isso e financia seus estudos e diversão. E dá a ele um cartão de
crédito. Depois, quando o filho faz um rombo na sua conta bancária, ela diz que
ele não sabe gastar.
Ela não pode criticar a forma
como seu filho gasta o dinheiro; afinal, ela deu um cartão de crédito a um
adolescente que, antes de aprender a ganhar, já está se especializando em
gastar!
Emoção e compulsão
Um adolescente pode ser equilibrado em relação a gastar
dinheiro, mas não se espera dele exatamente isso. Afinal, no início da
adolescência, somos pura emoção. Mas, o que leva uma pessoa adulta a gastar,
por exemplo, duzentos dólares em um vidro de perfume? Pode ser por prazer, mas,
na maioria das vezes, é compensação e compulsão. E, nesse caso, não há dinheiro
que chegue.
De onde vem o problema
O hábito de gastar emocional e compulsivamente faz parte
do rol das programações mentais que precisam ser reprogramadas, cuja origem,
geralmente, se encontra na infância.
Gastar, hoje, é um paliativo para todo tipo de desordens
emocionais.
Assim como as crianças de hoje, os atuais jovens adultos e
adolescentes também tiveram pais que trabalhavam o dia todo. A maioria desses
pais, para compensar a atenção e o afeto que não tinham tempo de dar aos seus
filhos, davam-lhes presentes. Muitas dessas crianças cresceram com esse link entre presentes e satisfação de
carências emocionais. Assim, quando a ocasião se apresenta, elas não esperam
mais os presentes dos pais, mas vão em busca de presentes, gastando o que têm e
o que não têm.
Fala-se, hoje, em shopping-terapia
para resolver problemas de baixa auto-estima, por exemplo. Por outro lado,
existem grupos populares de apoio que tratam o tema com seriedade. Mas o fundamental
é a pessoa perceber o abismo onde está se enterrando — e enterrando as suas
chances de enriquecer — e reprogramar-se mentalmente para estabelecer relações
saudáveis entre as suas emoções e o dinheiro, que são coisas totalmente
distintas.
Dizem que há regras para ricos e para outras pessoas. Como
você não terá condições de ensinar seus filhos a ganhar dinheiro, a menos que
aprenda a fazê-lo, comece a prestar atenção no que as pessoas ricas fazem e
aprenda com elas. Mantendo o foco correto, você verá que o milionário gasta com
muito mais critério do que quem tem pouco.
O rico valoriza e respeita o dinheiro que possui,
avaliando sempre o retorno que obterá com suas aquisições. Já as outras pessoas
costumam gastar de forma emocional e do jeito que elas pensam que os ricos
gastariam. Muitas vezes, acabam ostentando uma riqueza que não possuem, mas que
poderiam possuir se adotassem os critérios dos ricos em relação a ganhar e,
principalmente, a gastar dinheiro.
Afirmação para a Lei do Gastar (escreva-a três vezes,
durante 21 dias
Tudo aquilo que eu gasto volta para mim multiplicado.
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23/04/2013
Lair Ribeiro
Leis da riqueza — Gastar (Parte I)
A matemática governa o mundo, inclusive nossa vida
financeira. Quando nos falta agilidade para pensar matematicamente, encontramos
dificuldade, inclusive, para enfrentar as situações do dia-a-dia.
Os rituais da riqueza
Para Tod Barnhart, consultor financeiro e autor
bem-sucedido na mesma área, existem cinco rituais da riqueza:
1. Pague a si mesmo em primeiro lugar.
2. Faça o que gosta e o dinheiro virá.
3. Planeje e o mapa se transformará em território.
4. O dinheiro flui para onde ele é mais bem-cuidado.
5. É dando que se recebe. Doar e receber são os dois lados
da mesma moeda.
Você sabe gastar?
A maioria das pessoas dirá que sabe e que para gastar,
basta ter dinheiro! Se você pensa assim, precisará pensar diferente, caso
queira viver bem financeiramente.
Gastar, assim como ganhar dinheiro, não se aprende na
escola. Por sinal, é nos bancos escolares que uma série de conceitos
equivocados sobre o assunto podem ser reforçados.
Apesar de todas as mudanças pelas quais o mundo tem
passado, estranhamente, as noções sobre dinheiro e como obtê-lo têm se
modificado muito pouco. O motivo disso é que tais noções se perpetuam pelos
conselhos que são transmitidos de pais para filhos, sucessivamente. Então, quem
sabe ganhar dinheiro sabe ensinar os seus sobre o assunto. Já quem não sabe é
porque nunca teve sábios conselhos e, conseqüentemente, continuará transmitindo
conselhos que não foram de muita serventia.
Em geral, os pais costumam repassar à escola a
responsabilidade pelo sucesso financeiro de seus filhos. É na escola, pensam
eles, que seus filhos aprenderão uma profissão, na qual trabalharão muito e
poderão ganhar muito dinheiro. Por causa disso, as famílias pouco falam de
dinheiro, exceto para reclamar da falta dele. No entanto, não é isso o que as
pessoas abastadas fazem. Quem sabe ganhar dinheiro e valoriza essa habilidade,
sem conceitos falsos ou preconcebidos, fala abertamente sobre dinheiro com seus
filhos, complementando-lhes a educação acadêmica com a educação financeira.
Algum dia na vida, já ouvimos de nossos pais, tios, avós
ou de alguma pessoa mais velha da família que, se quiséssemos ficar ricos,
teríamos de trabalhar muito e estudar muito.
A relação entre trabalhar muito, estudar muito e
riqueza é meramente casual.
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12/04/2013
Lair Ribeiro
Leis da riqueza — Ganhar (Parte III)
Do pensamento de preocupação para o de geração de dinheiro
Tenho um exercício muito interessante para você. Primeiro,
substitua a preocupação com problemas financeiros, o que, convenhamos, não
ajuda a resolvê-los, por energia vital, que é geradora de dinheiro. Em seguida,
gere cinco idéias que possam dar-lhe um lucro de R$ 1,00 cada uma. Interrompa a
leitura por alguns instantes e concentre-se nas idéias:
Pronto? Agora, você vai concentrar-se e gerar cinco idéias
que possam lhe dar um lucro de R$ 100,00 cada uma. Mais uma vez, pare de ler e
trabalhe nas idéias.
Você foi capaz de gerá-las? Muito bem! Então, responda-me:
— Foi mais difícil gerar idéias de R$ 100,00 do que de R$
1,00?
Creio que não. Estou certo?
Sabe o que isso significa? Significa que você pode
multiplicar cem vezes o seu ganho pessoal, modificando a qualidade das suas
idéias, sem grandes esforços!
Se gerar idéias de R$ 1,00 tem o mesmo nível de
dificuldade que gerar idéias de R$ 100,00, por que você insiste em ganhar
menos? Freud, seguramente, lhe daria a razão inconsciente para essa atitude
incompreensível.
Preocupação não resolve problema financeiro.
Criatividade, sim, o resolve.
O
poder da imaginação
Desta vez, você vai compreender de uma vez por todas o
poder da imaginação e a capacidade que uma visualização bem-feita tem para
modificar a realidade. E não é só isso: você chegará a essa conclusão por si
mesmo. Eu só vou ajudá-lo.
Proponho-lhe um exercício que deve ser feito durante 21
dias (cinco minutos por dia), de preferência à noite, antes de dormir, para que
a sua mente fique ruminando a imagem visualizada durante toda a noite.
Quero que, por 21 dias, você visualize o seguinte:
Você foi acometido de uma enfermidade debilitante que o
impede de andar, mastigar, falar, etc. Imagine que o seu problema piora a cada
dia até que você fica paralisado do pescoço para baixo, precisando, inclusive,
respirar por meio de um respirador artificial.
Importante: Mantenha uma música fúnebre como fundo,
durante toda a visualização.
Você está disposto a fazer o exercício?
Com toda certeza, você achou a minha proposta absurda.
Estou certo de que não faria o que lhe pedi porque, consciente ou
inconscientemente, sabe que isso pode trazer danos irreparáveis à sua vida, não
é verdade?
Então, me responda: se uma visualização negativa pode
causar danos irreparáveis à sua vida, por que uma visualização positiva não
pode proporcionar transformações formidáveis? Por que, quando lhe é sugerido
visualizar coisas boas, você tem dificuldade em acreditar que funcione?
O mecanismo e o poder da imaginação são os mesmos,
qualquer que seja o conteúdo da visualização. Quando uma imaginação é
bem-feita, o cérebro não distingue se aquilo é real ou, apenas, imaginação.
Portanto, adote o hábito de imaginar-se, agora, finan-ceiramente independente
no futuro.
Afirmação para a Lei do Ganhar (escreva-a três vezes,
durante 21 dias):
Eu mereço ser próspero.
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05/04/2013
Lair Ribeiro
Leis da riqueza — Ganhar (Parte II)
Como desenvolver estruturas financeiras sólidas e duráveis
Para desenvolver estruturas financeiras sólidas e
estáveis, em primeiro lugar, você precisa desenvolver um novo modo de pensar,
baseado no paradigma da abundância universal.
O Universo é um lugar potencialmente abundante e Deus quer
o melhor para os seus filhos: evolução e abundância. Mas, infelizmente, a
maioria das pessoas recebe como herança familiar o pensamento de escassez.
Assim, seguem a vida pensando que, no mundo, não há o bastante para todos. E,
como se trata da maioria, a sociedade torna-se cada vez mais competitiva, com
pessoas defendendo com unhas e dentes seus bens materiais e estabelecendo
prioridades equivocadas, nas quais o menos importante passa a ter mais
importância.
Aprenda a priorizar
Imagine que você precisa colocar cinco pedras grandes em
um recipiente cheio de pedregulhos. Essas cinco pedras grandes representam as
cinco áreas mais importantes da sua vida: saúde (S), finanças (F), relacionamentos
(R), espitirualidade (E) e vida profissional (P).
Se tentar acomodar as pedras sobre os pedregulhos, não
conseguirá fechar o recipiente; mas se você pegar um recipiente vazio (novo
paradigma) e colocar as pedras grandes primeiro, terá espaço de sobra para
colocar os pedregulhos e conseguirá fechar o recipiente sem problemas. E ainda
conseguirá colocar uma boa porção de água entre as pedras e os pedregulhos, e
fechar o recipiente!
Na Matemática, a ordem dos fatores não altera o produto;
mas, na vida, altera. Se você executar primeiro as atividades prioritárias,
terá tempo para as pequenas coisas. O contrário, porém, não é verdadeiro.
Tente arrumar o porta-malas de um carro começando por acomodar
a bagagem de mão no seu interior e, provavelmente, terá de levar a mala de
roupas no assento traseiro.
É fundamental estabelecer as prioridades certas e executá-las
na ordem de importância.
Pense diferente
Mude o seu modo de pensar e você mudará as suas
prioridades. Isso modificará a sua forma de lidar com o dinheiro e,
principalmente, a sua forma de investi-lo, para que ele passe a trabalhar para
você, e não o contrário.
Ter e usufruir de bens materiais não é pecado. Pecado é
apegar-se à matéria. Caixão não tem gaveta e mortalha não tem bolso. Quando
formos embora deste planeta, tudo o mais ficará aqui, menos a nossa evolução de
consciência.
Características do pensamento
Os pensamentos têm a capacidade de expandir crenças
que, em geral, se autoperpetuam, aumentando a sua área de influência. Mas os
pensamentos também têm a característica de perenicidade: eles permanecem em
nossa mente por indeterminado tempo, caso não sejam repensados ou alterados. E
eles também têm poder criativo. Tudo no universo físico foi, um dia, um
pensamento seu, de outra pessoa ou do Divino Criador. Mude seus pensamentos em
relação ao dinheiro e a sua vida financeira mudará também.
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28/03/2013
Lair Ribeiro
Leis da riqueza — Ganhar (Parte I)
Assim como a segunda-feira vem antes da terça, o
ganhar vem antes das outras leis da riqueza. Sem aprender a ganhar, de nada
vale saber aplicar as outras leis.
Se você não ganha, não tem o que gastar, economizar ou
investir. Ganhar não é o suficiente para a independência financeira, mas é um
ingrediente fundamental e necessário.
Problema financeiro não se resolve com dinheiro. Se você
está devendo o aluguel e toma dinheiro emprestado para pagar, no mês seguinte
terá duas dívidas: o novo aluguel e o empréstimo.
Problema financeiro resolve-se com imaginação e criatividade.
Toda riqueza é criada pela mente humana. E no ganhar está a semente de toda a
riqueza.
Hierarquia de idéias
Para alavancar seus ganhos, é importante entender o
conceito de hierarquia de idéias.
Em uma empresa, você preferiria
ser faxineiro ou gerente de produção? Gerente de produção ou diretor executivo
de engenharia e produção? Um dos diretores executivos ou presidente da empresa?
Aposto como você responderia: —
Presidente da empresa!
Para fazer essa escolha, você, mesmo de forma
inconsciente, percorreu a hierarquia do poder: presidente tem mais poder que
diretor executivo; que, por sua vez, tem mais poder que gerente; que, por sua
vez, tem mais poder que faxineiro.
Algumas idéias são mais fortes do
que outras. Certas idéias encontram-se em um nível hierárquico tão superior às
demais que nem se cogita implementá-las, pois poderiam alterar toda a dinâmica
mundial.
Se você inventar algo que possa
ser utilizado por um modelo específico de carro de determinada montadora, irá
ganhar menos do que se a sua invenção puder ser utilizada por todos os modelos
dessa montadora. Caso a sua invenção também sirva para os carros de outras
montadoras, a sua fortuna será consideravelmente maior. E será maior ainda se
não apenas carros, mas toda a linha de transportes, como trens, navios, aviões,
etc., puder utilizá-la. Isso é um exemplo de hierarquia de idéias.
Em que nível hierárquico de idéias
você está operando?
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26/03/2013
Lair Ribeiro
Leis da riqueza
As leis da riqueza são leis universais que mostram como
ganhar, gastar, economizar e investir. Elas deveriam ser ensinadas no jardim da
infância, mas nunca é tarde para aprender.
Existe uma roda da abundância que gira impulsionada pela
ação dos verbos declarar, solicitar, arriscar e agradecer.
Quando você coloca esses verbos em ação, a sua roda da abundância, que é a
parte metafísica necessária para quem quer viver bem, com prosperidade e
abundância, entra em movimento. Entretanto, para viver bem financeiramente é
preciso conhecer e praticar as leis da riqueza, que são quatro: ganhar, gastar,
economizar e investir.
Essas leis são a parte concreta e objetiva da riqueza e
você vai aprender sobre elas neste e nos próximos artigos. Vou lhe transmitir
informações de ordem prática, mas, para implementá-las, o seu ser racional e
emocional precisam estar de acordo.
Antes de prosseguir com a leitura sobre as leis da
riqueza, aceite um conselho: reveja suas crenças e seus bloqueios psicológicos.
Procure identificar suas travas emocionais, pois se alguma o estiver prendendo,
seus planos terão dificuldade em deslanchar ou nem deslancharão. Também sugiro
que você avalie seriamente suas intenções financeiras. Vou ajudá-lo a fazer
isso!
Você está disposto a ser financeiramente independente?
A resposta óbvia seria: “É claro que sim! Por isso estou
lendo este artigo.” No entanto, se você pensar que tudo no Universo tem um
preço, a resposta deixa de ser tão óbvia quanto parece. Depois de avaliar todos
os problemas que as pessoas ricas têm e que as pobres não têm, se você ainda
quiser ser financeiramente independente, continue lendo!
De quanto você precisa para ser financeiramente independente?
Não adianta responder “o bastante”. É preciso estabelecer
uma cifra para que o seu cérebro possa trabalhar no sentido de obtê-la. Talvez,
um treinamento intensivo em riqueza possa ajudá-lo a responder essa pergunta
com objetividade. Se estiver disposto a fazê-lo, siga as orientações:
Imagine-se participando de um de
meus cursos. A cada dia, você receberá uma certa quantia para gastar à vontade,
mas só até a meia-noite. À meia-noite, você terá de me devolver o que tiver
sobrado do dinheiro recebido no dia.
1º Dia: Você tem mil
dólares para gastar até a meia-noite. Em que você gastaria?
2º Dia: Hoje, você tem dois mil dólares para gastar até
a meia-noite. Em que você gastaria?
3º Dia: Hoje, vou lhe dar três mil dólares para gastar
até a meia-noite. Em que você gastaria?
Imagine-se gastando uma quantia
progressivamente maior a cada dia, até chegar ao fim do curso, no décimo dia,
com 10 mil dólares para gastar até a meia-noite. Como você se sentiu gastando
dinheiro durante dez dias seguidos? O “gastar dinheiro” tornou-se mais um
problema do que um prazer? É assim que costumam se sentir muitas das pessoas
que ganham dinheiro por ganhar.
Antes de decidir-se sobre a quantia necessária à sua
independência financeira, reflita sobre o exercício que acabou de fazer:
·
Em que você pensava enquanto procurava modos de
gastar todo o dinheiro até a meia-noite?
·
Você teve algum sentimento de culpa por estar
gastando tanto dinheiro?
·
O que você aprendeu sobre dinheiro com esse
exercício?
Imagine o que aconteceria se, em vez de 10 dias, o
curso durasse 30 ou 60 dias: gastar se tornaria um hábito ou passaria a ser um
pesadelo?
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20/03/2013
Blog do Marcelo Sandrin
DORES PÉLVICAS CRÔNICAS-UM DILEMA
Com
a maturidade sexual, as mulheres ativas têm como premissa realizar, e devem, um
exame ginecológico semestral, e pelo menos, salvo indicação outra, um
preventivo anual. Mesmo assim procedendo é muito comum a queixa de dores e
corrimentos crônicos, sendo frequente as dispareunias, dores pélvicas,
muitas das vezes, incapacitantes. Na investigação destas dores, muitas são de
origem psicológica, tendo em vista as desinformações e desvios aos quais
a sexualidade das mulheres é submetida, apesar da grande evolução dos últimos tempos.
Os
mitos da virgindade, o desconhecimento de seu próprio corpo e seu
funcionamento, a desinformação quanto à anticoncepção e prevenção de Doenças
Sexualmente Transmissíveis......., levam a um alto nível de
"stress" que pode por exemplo impedir o relaxamento da
musculatura pélvica da mulher e o aparecimento de dores ao coito, com
vaginismo intenso, que por vezes impede a própria penetração. A doença
inflamatória pélvica com sua multiplicidade de agentes e situações, é de longe
a maior responsáveis pela dor, e sua correta mensuração ao exame
ginecológico, a identificação correta de seu possível agente causal, a
confirmação ultrassonográfica, levam-nos, com o vasto arsenal de recursos terapêuticos disponíveis, ao tratamento confortável e eficaz na maciça maioria
das pacientes.As famosas e frequentes aderências pós cirurgias pélvicas, em
especial pós cesarianas, são frequentes e hoje com recursos laparoscópicos,
consegue-se certeza diagnostica, e tratamento sem cirurgias maiores, o mesmo
sendo possível com endometriose e pequenos cistos ovarianos que eventualmente
sejam passíveis de correção durante o próprio exame laparoscópico. Hoje alia-se
outros métodos, como a histeroscopia, observação in loco da cavidade uterina e
muito mais. Por isso leitoras e também os leitores, pois o companheirismo é
fundamental, consultem seu ginecologista e livrem-se deste incomodo, fazendo a
prevenção ainda do câncer ginecológico que sendo outra causa de dor cronica,
deve sempre ser prevenido para não termos que remediar.
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18/03/2013
Lair Ribeiro
A roda da abundância — Parte IV
Correlação, causalidade e casualidade
Confunde-se, com muita freqüência, causalidade e
correlação.
·
Causalidade é a qualidade de relação entre causa
e efeito e é objeto de estudo científico.
·
Correlação é apenas uma relação mútua, sem que
uma causa contribua para a obtenção de um efeito.
·
Casualidade é a qualidade de casual, decorrente,
pura e simplesmente, do acaso.
Saber viver financeiramente é tema provido de uma
causalidade bem desenvolvida e, muitas vezes, confundida com correlação e
casualidade, estabelecendo mitos populares.
Mitos populares: falta de causalidade
Trabalhar muito é causa de riqueza.
Isso não é verdade. Em geral, quem mais trabalha é quem
menos ganha.
Não é correto se divertir e ser pago por isso.
E por que não seria correto? Qual é o problema em ter um
hobby e cobrar por ele? Aquilo que você faz por diversão, alguém faz por
profissão.
A ocupação correta é o segredo do sucesso financeiro.
Conhecemos médico rico e médico pobre, advogado rico e
advogado pobre, engenheiro rico e engenheiro pobre... Resumindo: não existe
ocupação correta. Quando o homem está certo consigo mesmo, o mundo está certo e
a sua ocupação também está certa.
Boa formação garante sucesso financeiro.
Isso não é verdade. Os homens mais ricos do mundo não são
os mais eruditos.
Não há o suficiente para todos.
Prosperidade gera prosperidade. É claro que o que é piso
para um pode ser teto para outro. Afinal, somos todos diferentes.
O que dificulta o giro da roda — Como se manter pobre
Riqueza não é casualidade; mas, sim, causalidade. Sem
conhecer a causa, você não conseguirá reproduzir o efeito. Algumas pessoas
ficam ricas; mas se perderem o dinheiro não conseguirão ganhá-lo de novo
porque, ou ganharam o dinheiro por acaso (casualidade), como na loteria, por
exemplo, ou não sabem reproduzir a causa que as levou a ganhar dinheiro. Os
fatores que contribuem para manter 95% da população no nível de sobrevivência,
ou trocando seis por meia dúzia são:
1. Bloqueios psicológicos
Para ter dinheiro e se sentir em paz, você precisa ter
espírito livre. O que os outros pensam a seu respeito não é problema seu, mas,
sim, dos outros. Dinheiro é apenas um instrumento, assim como uma corda, que
pode ser usada para enforcar alguém ou para tirar uma pessoa do poço,
salvando-lhe a vida.
2. Falta de educação financeira
A “logicofobia” é uma epidemia espalhada pelo mundo: as
pessoas têm medo de números e são incapazes de pensar numericamente e,
portanto, financeiramente.
3. Ignorância em relação às leis da riqueza
Se soltássemos uma maçã da altura de 400 metros acima
do solo, ela chegaria ao chão com uma velocidade de 320 quilômetros por hora.
Qualquer pessoa que recebesse uma pancada dessas teria de ser hospitalizada e,
se sobrevivesse, nunca mais seria a mesma. Mesmo que você não entenda nada
sobre a lei da gravidade, ela está atuando sobre nós, os terráqueos! Assim
também as leis da riqueza, tema a ser iniciado no próximo artigo.
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