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Reeleição de Zaeli e eleição de Dorner devem virar “questão de honra” no PSD

 

A reeleição do prefeito Tião da Zaeli em Várzea Grande a eleição do suplente de deputado federal Roberto Dorner, em Sinop devem se tornar uma “questão de honra” para o PSD. Isso ficou claro nas declarações que o presidente regional do partido, vice-governador Chico Daltro fez à imprensa antes da reunião de Planejamento Estratégico que as lideranças social democráticas que foi na Assembleia Legislativa.



“Já está definido que o Tião da Zaeli vai disputar a reeleição em Várzea Grande e nós estamos conversando com todos os partidos sobre a possibilidade de uma aliança forte em torno dessa candidatura para mudarmos definitivamente a história política da Cidade Industrial.

 

Sabemos das dificuldades, do desgaste que existe, mas, a população sabe e reconhece que o Tião (da Zaeli) não é o responsável pelo descaso político e administrativo que tomou conta do município, uma vez que, mesmo na condição de vice-prefeito ele foi alijado de participar de qualquer decisão do grupo político que governava a cidade e que agora as coisas são diferentes”, disse Daltro.

Mantendo o discurso de que o Partido Social Democrático não tem compromisso com nenhum partido em termos de coligação, o presidente regional da sigla acredita até mesmo ser possível fazer uma aliança com o Democratas, gerido há décadas (desde que era PFL) pela família Campos e que está na eminência de ‘implodir’ caso sofra mais uma derrota com candidatura própria no maior reduto político do senador Jayme Campos e do deputado federal Júlio Campos, seu irmão.

“Nós estamos abertos a conversar com todos, indistintamente. O que queremos é o melhor para Várzea Grande e temos certeza que na atual conjuntura não tenha ninguém com mais capacidade administrativa do que o Tião da Zaeli”, completa o presidente.

PMDB

Mesmo sem que as lideranças peessedistas admitam, a expectativa maior é de que o PMDB formalize seu apoio a Zaeli, uma vez que o partido já sinalizou que não deve lançar candidato a prefeito em Cuiabá (ou ainda está indefinido como prefere dizer Chico Daltro) e pode apoiar o empresário João Dorileo Leal, que será oficializado nos próximos dias como pré-candidato do PMDB à sucessão do prefeito Chico Galindo (PTB).

Esse acordo há muito tempo vem sendo costurado pelo secretário-geral do partido, deputado José Riva, maior liderança do PSD, com o governador Silval Barbosa e com o próprio Dorileo Leal, já com vistas às eleições de 2014, quando Riva pode ser candidato ao governo do Estado, se conseguir se livrar dos processos que responde na Justiça, e teria a retribuição do apoio de Silval Barbosa, que deve disputar a vaga do senador Jayme Campos (DEM) no Senado e com possibilidade de renunciar ao cargo em favor de Chico Daltro, exatamente como Blairo Maggi (PR) fez com ele em 2010. Assim, o PSD entraria na disputa com o comando da máquina nas mãos.

Comenta-se, inclusive, que a estória poderia ter outro desfecho. Ou seja, Silval renunciaria em favor de Chico Daltro para fazer campanha ao Senado e este, por sua vez, abriria mão para José Riva, que passaria a ser o segundo na escala sucessória, assumisse o governo e viesse a disputar a eleição já como governador de Mato Grosso. Porém, até isso se tornar factível há um oceano de elucubrações a ser transposto.

SINOP ROBERTO DORNER

Já em Sinop (500 quilômetros ao norte de Cuiabá), a situação é um pouco mais clara. Mesmo com o atual prefeito, Juarez Costa (PMDB) indo à reeleição, não haveria como o PSD fazer aliança, uma vez que o nome do empresário e suplente de deputado federal, Roberto Dorner, é fortemente cogitado para entrar na disputa e pode ganhar o apoio do PSDB, com apoio do próprio presidente regional tucano, deputado federal e ex-prefeito Nilson Leitão, que esteve reunido recentemente com o deputado José Riva e deixou em aberto essa possibilidade, além do próprio presidente regional do DEM, ex-deputado Dilceu Dal’Bosco, que é citado como provável adversário de Juarez Costa na disputa.

“Nada está definido nesse sentido, mas, como se vê as condições são amplamente favoráveis ao deputado Roberto Dorner. Se ele decidir que vai ser candidato a prefeito, não tenham dúvida de que vamos para a disputa para ganhar, uma vez que está derrubada a tese de que em Sinop a eleição já estaria polarizada entre o prefeito Juarez (Costa) e Dal’Bosco (Dilceu)”, argumentou Chico Daltro.(Luiz Acosta)

 

 


Valdemir Roberto 02/02/2012 - 07:19
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Dez motivos para ir ao Pantanal, uma das regiões mais preservadas do Brasil e do mundo

 

As fazendas abrem as porteiras para mostrar um incrível zoo a céu aberto. Sem contar que, a partir desta região, é possível também explorar os rios cristalinos de Bonito,os cânions e cachoeiras da Chapada dos Guimarães...

 

Curtir as fazendas

 

O Pantanal é uma das regiões mais isoladas do Brasil e, por isso mesmo, uma das mais preservadas também. Lugar de mata virgem e de animais selvagens. Fica distante dos grandes centros e, em muitos pontos, só se pode chegar de barco ou de avião. É justamente essa autenticidade, aliada a uma boa dose de exo­tismo e rusticidade, que faz do Pantanal um lugar tão fascinante. Estrangeiros vêm de longe para explorar a região e são maioria nas fazendas que se adaptaram, com profissionalismo e bom nível de conforto, para receber os hóspedes.

 

E a hora de ir para lá é quando as águas baixam (de maio a outubro) e o Pantanal se transforma num imenso zoológico a céu aberto, que ocupa boa parte dos Estados do Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, estendendo-se, ainda, para o Paraguai e a Bolívia. Se você nunca foi, confira dez excelentes razões capazes de, finalmente, convencê-lo a ir até lá. Pois o Pantanal é o bicho.

 

Ver bichos, muitos bichos

 

O Pantanal, tanto do Mato Gros­so como do Mato Grosso do Sul, já oferece alguns bons hotéis e pousa­das. Mas a melhor e mais original forma de explorar a região é hospe­dando-se nas fazendas que se adap­taram para receber visitantes.

 

Algumas gostaram tanto da ideia que mudaram de vez a atividade prin­cipal, trocando os bois pelos turistas. Outras converteram parte da pro­priedade em minipou­sadas, sem abrir mão de tradições, como a comida fei­ta no fogão a le­nha e o atendimen­to pantaneiro, que se traduzem em hos­pita­lidade e numa guampa de tereré – es­pécie de chi­marrão, só que pre­pa­rado com água gelada, sempre à es­pera dos turistas ao fim dos passeios.

 

A autenticidade é a grande vanta­gem das fazendas panta­neiras. Em muitas, o visitante pode acom­panhar a lida diária dos peões, como a mar­ca­ção de bezerros e a condução de boiadas. Outro pon­to positivo é que os bichos estão ali mesmo e mui­tas vezes nem é preciso ir longe para vê-los, já que as fazendas não ficam pró­ximas à natureza: estão dentro dela.

 

Comodidades urbanas, como TV no quarto e sinal de celular, não há. Mas essas privações são com­pensadas pelas paisagens e pelo en­contro cons­tante com os animais. As diárias in­cluem todas as refeições e passeios: safáris em jipes 4x4, cavalgadas, pesca de pi­ranhas e observação de pássaros.

 

Para chegar às fazendas é preciso ir para Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, ou então para Cuiabá, no Mato Grosso. Depende apenas do que pretende: conhecer o Pantanal Norte ou o Sul. São três as estradas principais que levam à pla­nície pantaneira. Uma delas é a BR-262, que liga Campo Grande a Co­rumbá, passando por Miranda, ambas no Mato Grosso do Sul – a última serve co­mo portão de entrada para o Panta­nal Sul. É ali que estão o Refúgio Eco­lógico Caiman e as Fazendas São Fran­cis­co e Santa Inês.

 

Percorrer a Transpantaneira

 

Outra via é a chamada Estrada-Parque, uma estrada de terra que se­gue por 120 km e liga Miranda e Co­rumbá. A estrada, plana e are­nosa, leva às diversas pousadas e também à MS-80, acesso para o Pantanal de Nheco­lândia, região de riquíssima vida selva­gem, onde está a Pousada Mangabal, instalada na Fazenda Pou­so Alto. No período de seca, entre maio e outubro, até carros de passeio per­correm a Estrada-Parque e a MS-80. Nos outros meses do ano, quando chove além da conta, até veículos 4x4 sofrem com os ato­leiros – a re­gião de Nhecolândia, por exemplo, pode ficar ina­cessível por terra. Nessa época, só é possível chegar às fazen­das do pedaço de avião.

 

A terceira estrada é a Rodovia Transpantaneira, no Mato Grosso, que de rodovia só tem o nome. É um estradão de terra construído sobre aterros, para barrar a água das cheias e ser transi­tável o ano inteiro. Liga Poconé, que fica a 100 km de Cuia­bá, por asfalto, a Porto Jofre, na di­visa com o Mato Grosso do Sul, mas sem alternativa para seguir em frente. Quem vai tem de voltar por ela mes­ma. O que é ótimo, pois os 127 km de trajeto são um show, cheio de jaca­rés, capivaras e aves à beira da pista.

 

Há diversas fazendas e lodges de selva ao longo do caminho, como o Araras Eco Lodge e o Jaguar Eco Lodge.

 

O Pantanal é o equivalente brasi­leiro à savana africana, um gi­gan­tesco santuário onde os animais cir­culam livres, leves, soltos e ao al­can­ce dos o­lhos. Mesmo nos arredores das fazen­das dá para ver antas, capi­varas, maca­cos, veados, tucanos, ara­ras, tuiuiús e muitos, muitos jacarés.

 

As fazendas organizam safáris fotográficos parecidos com os que são feitos nos parques da África: os visitantes seguem em veículos 4x4 com bancos na carroceria, acompa­nhados por um guia experiente, que pode ser um peão da fazenda ou um bió­logo. A bordo, o grupo de turistas se mantém “armado” com binóculos e câmeras fotográficas, sempre à es­pera dos flagrantes de animais, que ocorrem a todo instante.

 

Muitos safáris são realizados à noite, com potentes holofotes ilumi­nando as margens das lagoas, para observação da fauna de hábitos no­turnos. É o momento de maior ex­pectativa, já que existe a chance de o veículo topar com uma onça-pinta­da. Encontros com esse felino são raros, mas é comum encontrar pega­das do bicho nas estradas das fazen­das.

 

A melhor época para ver os bi­chos do Pantanal é no período de se­ca, entre junho e novembro. Nesse pe­ríodo, os animais se concentram nas poucas lagunas que resistem à falta de chuvas – e as aves juntam-se a eles para aproveitar a abundância de pei­xes encurralados nessas águas.

 

Já nos meses de chuva e cheia dos rios, de dezembro a maio, o Pantanal transforma-se num pântano semiala­gado. A maioria dos caminhos fica submersa, o que dificulta a locomo­ção por terra – e fica bem mais difícil encontrar os animais.

 

Obra iniciada em 1972, a Rodovia Trans­pantaneira era um dos símbolos da campanha para desenvolver os rin­cões do Brasil, durante o regime mili­tar. A ideia inicial era interligar Cuiabá e Corumbá por uma via que atravessa­ria toda a planície pantaneira, de norte a sul. Mas a construção esbarrou em problemas técnicos. As cheias panta­neiras “afoga­ram” a estrada e os enge­nheiros acabaram desis­tindo de lutar contra a força das águas. O projeto ficou reduzido aos 145 km que ligam Poconé a Porto Jofre.

 

A estrada foi erguida sobre um ater­ro, a uma altura que não é possível ser alcançada pela água. Larga e reco­berta por casca­lho, é percorrida até por carros de passeio. Apenas no pe­ríodo de chu­va (de outubro a abril/maio) a rodovia pode ficar cheia de atoleiros, vencidos só por veículos 4x4.

 

As 127 pontes ao longo do trajeto – uma a cada 2 km – dão um certo charme à viagem e aumentam o clima de aventura. O limite de velocidade de 60 km/h é ideal para que o viajante admire a paisagem e não corra o risco de atropelar capi­varas, veados, ta­man­duás, jacarés e outros bichos que cru­zam a pista.

 

A maioria dos hotéis e fazendas do Pantanal Mato-Grossense é aces­sada por essa estrada, incluindo os meios de hospe­dagem mais sofistica­dos, como o Araras Ecolodge.

 

Próximo ao final do trajeto, em Porto Jofre, região mais selvagem da Trans­pantaneira, o Jaguar Eco Lodge tem acomodações modestas, mas ga­rante maiores chances de ver a on­ça-pintada. Um quadro-negro no res­taurante do hotel assinala as datas dos últimos avistamentos de onça. São, em média, quatro a cada mês.

 

Cavalgar e acompanhar comitivas

 

O cavalo é o “meio de transpor­te” oficial do Pantanal, o único capaz de atravessar matas, charcos e alaga­dos. Por isso, quase todas as fazendas oferecem cavalgadas. Para quem gos­ta de galopar, não há lugar me­lhor. Os campos são planos e vastos e os cavalos, bem treinados e acostuma­dos a carregar turistas inexperientes.

 

Para quem quiser ir mais longe e de fato mergulhar no universo panta­neiro, existem roteiros com alguns dias de duração, interligando várias fazen­das. Na região de Miranda, há a chamada Rota Pantaneira, uma ca­valgada de cinco dias que percorre 90 km e, no caminho, passa por cinco fazendas – Baía Grande, Santa Inês, Olhos D’Água, Pequi e Aguapé. O roteiro só é oferecido para grupos de, no mínimo, 12 pessoas. Custa R$ 1.800 por participante, com hos­pedagem e todas as refeições.

 

Na Fazenda Santa Inês também rola um tour em que o turista acom­panha uma comitiva: jornadas de transporte de gado pela planície pan­taneira. O percurso dura um dia in­teiro, desde o amanhecer – quando é servido o legítimo quebra-torto, o café da ma­nhã dos peões –, seguindo por 18 km, percorridos em torno de oito horas, com parada para almoço. Cus­ta R$ 350 por pessoa.

 

Outro roteiro, no Pantanal de Nhe­colândia, é a Cavalgada das Va­zantes. Realizada em oito dias, passa por três fazendas: a Pouso Alto, a Baía das Pedras e a Barra Mansa.

 

Um dos pernoites ocorre num a­campamento rústico na mata, que tem a estrutura erguida em alvenaria e itens como fogão a lenha, ilumina­ção por lamparina e chuveiro com água aquecida por serpentina. A saída com dois participantes custa

R$ 4.200 por pessoa, valor que inclui o transporte aéreo desde Aqui­dauana, onde tem início o percurso, o qual parte da Fazenda Pouso Alto. Para um grupo de seis pessoas, o valor individual cai para R$ 3.500.

 

Pescar

 

A embarcação típica do Pantanal é a chalana, um barco fechado que, muitas vezes, torna-se a única forma de locomoção na região, já que na cheia dos rios as estradas, tomadas pelas á­guas, ficam submersas. São esses barcos que levam os visitantes a passeios pelos rios para a pesca artesanal de piranhas, peixe que morde a isca com muita facili­dade e serve de ingrediente princi­pal para um saboroso caldo, um dos pra­tos regionais mais típicos.

 

A pesca no Pantanal, no entanto, é levada bem mais a sério, já que a atividade é uma das mais importantes para a economia do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul. Nos rios panta­neiros, são encontradas cente­nas de espécies de peixes – algumas, como o jaú, podem chegar a pesar 100 quilos.

 

A turma da isca e do anzol segue para Corumbá, a 400 km de Campo Grande e às margens do Rio Para­guai, onde há diversos hotéis especia­li­zados e barcos-hotéis que mantêm piloto e cozinheiro a bordo. Já do lado mato-grossense, o point é Cáce­res, a 210 km de Cuiabá.

 

Mesmo quem nunca pescou pode fisgar peixes de muitos quilos. Mas é preciso seguir as regras de preservação, como o limite de pescado que pode ser trazido e o respeito ao pe­ríodo de desova, de novembro a fe­ve­reiro, épo­ca da pira­cema, quando os cardu­mes sobem os rios para deso­var.

 

Encantar-se com Bonito

 

Bonito, uma das capitais brasilei­ras do ecoturismo, fica ao lado do Pantanal sul-mato-grossense, de for­ma que é possível juntar, sem grandes dificuldades, os dois destinos numa mesma viagem.

 

Bonito preserva rios cristalinos nos quais a boa é fazer snorkelling nos rios da Prata e Sucuri, para ver car­dumes de peixes nadando a centíme­tros do nariz. Sem contar os tours para as cachoeiras – a Boca da Onça, por exemplo, é a mais alta do Mato Grosso do Sul, com 156 me­tros de queda – e para a famosa Gruta do Lago Azul. As agências oferecem ain­da um vasto cardápio de esportes de aventu­ra, como boia-cross, rapel e mergu­lhos em rios.

 

Bonito fica apenas a uma hora de carro de Miranda, porta de entrada para diversas fazendas pantaneiras, caso da Caiman e da São Francisco, que têm acesso fácil por estradas de terra. Juntar Bonito e Pantanal Sul é uma dupla imersão no mundo natu­ral e até outubro, período de se­ca na região, é o momento certo para ir a­té lá. Se essa for a pedida, há pa­cotes que combinam os dois lugares. Eles não custam pouco, mas são prá­ticos porque incluem passa­gem aé­rea, todos os traslados, pas­seios diá­rios e a maioria das refeições.

 

Explorar a Chapada dos Guimarães

 

Quem vai conhecer o Pantanal Norte tem a opção de esticar até a Chapada dos Guimarães, a 70 km de Cuiabá, e assim unir as duas mais belas paisagens do Mato Gros­so.

 

Esta região de cerrado, com câ­nions e cachoeiras monumen­tais, parte dentro de uma área consi­derada par­que nacional, é um grande degrau geo­gráfico que separa o Pla­nalto Cen­tral, na parte alta, da pla­nície cuiabana, na parte baixa. Os pare­dões averme­lhados de arenito esten­dem-se por 280 km e podem chegar a 800 me­tros de altura em alguns pontos.

 

Desde Cuiabá, basta tomar o asfalto da MT-251 – e ficar prepara­do para as primeiras surpre­sas. Ainda no caminho para a cidade de Chapa­da dos Guimarães, base para explorar a região, há mirantes e cachoeiras bem ao lado da estrada. Mas para chegar às atrações mais conhecidas, como a Cidade de Pedra (mirante com a melhor vista da Chapada), a Gruta do Lago Azul e a Trilha das Cachoeiras, dentro da área do parque nacional e que passa por sete quedas- d’água, é preciso contratar guias cre­denciados na cidade.

 

No entanto, a Cachoeira do Véu da Noiva, atração mais conhecida do parque, está fechada para visitação desde abril de 2008, com o objetivo de reformular a trilha de acesso e aumentar a segurança.

 

A Freeway (veja o te­lefone de con­tato e o site na pág. ao lado) tem pacote de cinco noites conjugan­do Pantanal e Chapada. Preço a partir de R$ 4.100 por pessoa, incluindo aéreo, hospeda­gem em quarto duplo e passeios.

 

A boa comida Pantaneira

 

A rica culinária pantaneira serve-se de ingredientes conhecidos, mas com nomes que você provavelmente nunca ouviu falar. É o caso do cari­béu, que nada mais é do que um en­so­­pado de carne-seca com mandio­ca. Que­bra-torto é como os peões cha­mam o café da manhã, à base de arroz de carreteiro (com carne-seca), para dar “sustança” na lida diária no cam­po. A carne-seca, assim como a fari­nha, tem espaço nas mesas das fazen­das e nos pratos dos peões, pois são ali­men­tos que não estragam quando leva­dos nos acampamentos das co­mitivas.

 

A influência vinda do outro lado da fronteira é a sopa para­guaia, que na realidade é uma torta de queijo com milho. Chipa é tão somente o pão de queijo, e a saltenha, um pastel de trigo com recheio de galinha.

 

Já a mojica é um ensopado à base de pin­tado (peixe) e mandioca.

 

As diferentes especialidades pre­pa­radas com peixe são o ponto for­te da gastronomia pantaneira: além de pintados, pacus, pirapu­tangas e doura­dos são estrelas em muitos pratos. Destaque para a costela de pacu frita, as ventrechas, tão deli­ciosas quanto a piraputanga assada na brasa, servida sem as espinhas. O caldo de piranha é um clássico regional e dizem que é afro­disíaco. O maior exotismo fica por conta da carne de jacaré, que vem de algumas fazendas de criação que exis­tem no Pantanal. O gosto lembra peixe e a consistência é de carne de frango.

 

Nenhum prato, porém, é tão a­guardado quanto o churrasco pantanei­ro, servido geralmente à noite, depois dos passeios, acompa­nhado de “causos de onça” e moda de viola. Para fechar cada refeição vale o furrundum, um doce de cidra com rapadura. E para digerir toda essa fartura de comida, aposte num licor de pequi.

 

O birdwatching

 

Os pássaros dão um show no Pan­tanal. É o canto deles que destranca os portões do amanhecer, como es­cre­veu o poeta Manoel de Barros. Araras, pica-paus, carcarás, tuiuiús, garças, colhereiros e outras 670 es­pécies estão em toda parte. É fácil vê-los ao longo do ano, mas, para os praticantes de birdwat­ching – a obser­vação de aves –, o melhor período é na época da cheia dos rios, de outubro a fevereiro, quan­do a á­gua da chuva traz os peixes, o grande banquete dos pássaros.

 

A Fazenda Caiman é uma das mais especializadas no tema. Recebe obser­va­dores amadores e ornitólogos do mun­do inteiro, coorde­nados por Victor Nascimento, nativo da fazen­da que hoje é um dos maiores es­­pe­cia­listas brasileiros no assunto. Só na área da Caiman, ele ca­talogou 380 espécies.

 

Com uma potente luneta Leica, Nascimento guia os visitantes pela beirada dos capões, para a focagem de pássaros. Os passeios podem levar um dia inteiro, dependendo do inte­resse de cada grupo.

Embarcar no Trem do Pantanal

 

Partindo de Campo Grande, dá para chegar até Miranda por meio do Trem do Pantanal, reativado em setem­bro de 2009 após ficar inope­rante por duas décadas.

 

A viagem de 220 km tem ritmo lento. A composição segue a apenas 27 km/h, para que os passageiros pos­sam admirar a paisagem. Nesse suave movimento, o trem completa o trajeto em nove horas, descontando o pit stop em Aquidauana para o al­moço e outras duas paradas, em Pira­putanga e Taunay, para a compra de artesanato indígena.

 

O Trem do Pantanal está ligado à história da região, pois foi, por muitos anos, a única ligação entre os dois principais polos econômicos do Mato Grosso do Sul, a capital Campo Gran­de e Corumbá. Era um dos tre­chos do famoso “trem da morte”, que partia da Estação da Luz, em São Paulo, passava por Bauru (SP) e Corumbá, seguindo até Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, rota que embalou as aven­turas dos mochilei­ros que iam a Machu Picchu nos anos 1970 e 1980.

 

O comboio tem ar-condicionado e janelas amplas. Guias acompanham cada saída e dão explicações sobre a história do trem e da região que ele atravessa, enquanto no vagão-bar rolam apresentações culturais. Saídas de Campo Grande apenas aos sába­dos e feriados, às 7h30 com a Panta­nal Express.

 

 

 


Valdemir Roberto 02/02/2012 - 06:51
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Blog do Zaviasky

Verdades Históricas: Jornal “EQUIPE” e o Rádio em Cuiabá - Parte II

 

(Nesta "Parte II" foram acrescentadas apenas as fotos tão rigorosamente exigidas por centenas de leitores mais saudosistas NA ÁREA DO JORNAL "EQUIPE", logo abaixo desta primeira matéria) 


Meus grandes amigos e colegas, da esquerda para a direita: Emanuel Ribeiro Daubian, eu, Rubens de Mendonça e Aurora Chaves de Vasconcelos. Fizemos uma grande História jornalística , da

Ninguém em juízo normal é contra irmãos de outras plagas que escolhem Cuiabá para passear, abraçar, morar para sempre ou investir no futuro nesta e desta região.

Porém, a maioria condena bandidos ou os cognominados “apenas” mal-intencionados, aqueles que chegam a qualquer lugar do mundo e, como jacarés, ficam com a bocona grandona bem aberta à espera que os passarinhos nativo-bororos pousem nela para abocanhá-los.

Só isso.

O cidadão aniversaria seus quase trezentos anos de vida aqui. Luta pela sobrevivência. Dá um duro danado para que a cidade progrida. Come o pão que o diabo amassou no centro da cidade. Sem luz na rua e na casa, sem água, sem telefone, sem rua, sem calçamentos, sem esgotos, mato, dengue, mosquitos, cobras e lagartos...

Apenas duas quadras do centro da cidade.

Tais crocodilos chegam, vão empurrando a gente e já exigindo das autoridades que coloquem asfalto, esgoto, luz, telefones, casa de graça, salário-família, marmitas, tudo em infra-estrutura. 

Aí vem um prefeito biônico, não eleito pelo povo, nomeado pelo seu sogro, apelidado de “Titito” e asfalta a frente da casa dele, de seu sogro governador que o nomeou prefeito, de seus irmãos, de seus parentes e tudo em volta do centro da cidade. Bairros nascidos ontem e o “Titito”, meu grande amigo e filho de “Bembém”, passa trator e asfalta tais satélites longe da verdadeira Cuiabá e seu centro.  

Deixa de lado apenas trinta metros de rua que fica bem nos fundos da casa histórica de “Bembém”, sua mãe, e cujo desprezo público era - e é - justamente o espaço onde fica a minha casa onde morei a vida toda, mais de duzentos anos.

Esse pedaço de poeira, bem em frente de minha casa ficou assim até quando seu sogro nomeado governador pelos militares terminou sua gestão e o “Titito” teve que retornar ao Bemat do qual era funcionário.

Até hoje meus vizinhos e amigos me perguntam porque "Titito" fez isso só comigo nesta Cuiabá inteira e num pedaço situado duas quadras apenas do centro de Cuiabá?

Não sei responder. E nem brigamos por isso. Somos amigos históricos até hoje. Mas, conhecendo-me como me conheço, devo ter feito alguma coisa contra ele...

A propósito de outro assunto histórico, o citado Bemat era um banco que faliu e o gigantesco roubo nunca foi devolvido. Todo mundo sabe a lista dos bandidos que o roubaram. Ninguém foi punido até hoje.

Igual ao fantástico escândalo da “Matoveg” em Várzea Grande (MT), um dos maiores escândalos financeiros de Mato Grosso que era uma fábrica inventada para descascar coquinhos para fazer óleo vegetal desses caroços onde até os coquinhos de bocaiuvas chupadas nos cinemas de Poconé (MT) também eram misturados...

Nunca funcionou. E o dinheirão destinado dos empréstimos vultosos também nunca foi pago, devolvido ou punido, como tudo que acontece em Cuiabá e no Brasil até hoje.

Tais escândalos, somente eram superados ao imbatível e fantástico “Escândalo da Spvea” (1954/1960), Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia, onde alguns “empresários” do hoje Estado de MS, do nordeste e do governo federal se aliaram às determinadas famílias que dominaram nesta capital em tudo e devastaram os cofres de um dinheirão do tamanho da Amazônia legal.

Distribuíram-no em grandes sacos de estopa, jogados durante a noite nos corredores e quintais de várias famílias que até hoje arrotam poderes que não existem mais, além dos falecimentos e doenças mentais gravíssimas por sífilis nos cérebros dos descendentes pelas orgias que praticavam queimando notas de mil acendendo charutos e cachimbos que deixaram tantas bocas tortas, torcendo por novas ditaduras nas quais eram especialistas e que até hoje ruminam como conspiradores desse sonho.

Portanto, somente quem passou por isso sem se contaminar pode falar grosso sobre tudo isso. Aconselhei e aconselho sempre poderosos companheiros a sempre fazerem, também, dezenas de cópias desses registros e as entregarem sempre às forças vivas daqui, no plural, além de gente da gente e as de afinidades a fim de não se perderem no espaço das conveniências históricas.

Mas, o que dói mesmo são os aventureiros do nada que despencam por aqui e cospem no prato de gigantesca inutilidade em que comeram e comem, ao contrário daqueles que se integram, arregaçam as mangas e comungam conosco pela ânsia de progresso daqui, sempre é salutar tal registro.

Tais espécies se integraram aos bandidos do passado daqui e se sentem à vontade. Todavia, não falam jamais que receberam guarida, um canto para se proteger da chuva, agasalhos e marmitex para saciar a fome.

Quando recuperados na saúde, nunca retribuíram ou retribuem os soros do bem que tanto receberam de nossa gente e de nossos valores. Aposentam-se em determinados poderes fáceis daqui, contando para aposentadorias seus tempos de “serviço” como flanelinhas, asilos de recuperação de drogados, ex-presidiários (isso mesmo, contaram até “tempo de serviço” em que estiveram cumprindo penas nas cadeias do Brasil, da terra de onde vieram.

Hoje, por aqui, arrotam aposentadorias milionárias sem nunca trabalhar e ainda denigrem valores locais. Por isso, a publicação do livro de resgates históricos de Cuiabá irá causar irritação nesses portadores de hemorroidas no cérebro.

Em tempo: eu já aconselhei os corajosos autores a não fazerem isso. Mas, eles são teimosos e seus nomes estarão nas capas desse volumoso livro. Lá da terra deles apenas vão saborear a reação desses mal-educados “formadores de” que tentam debochar da grande verdade esotérica cuiabana que sempre pune rigorosamente os detratores da verdade.

JORNAL EQUIPE


Em pleno movimento militar de 1964, o único jornal no país que publicava notícias oposicionistas era o nosso

Agora, o assunto é bem outro. Levei um susto hoje pela manhã quando um grande amigo meu, hoje apresentador de bom programa de rádio local, citou uma “estória” errada sobre o jornal “EQUIPE” que marcou a nossa história de coragem e de honra na luta travada contra a divisão do Estado de Mato Grosso.

Misturou civismo com o futebol e de maneira equivocada, logo ele, tal bom apresentador, que jamais teria o direito de cometer tamanho erro. E errou em muitas outras coisas o que fez o meu grande amigo tipógrafo, Ananias Vieira da Silva, que fez parte de um time criado pelo meu colega em todas as manhãs do Rádio Esportivo Cuiabano, Ranulpho Paes de Barros, em nosso/dele “Atualidades Esportivas”, das 09:30 hs às 10:00 hs, ficar “sentido” com tais erros sem dolo, sem maldade.


A partir daí, já em1982, partimos para a luta cívica pelo desenvolvimento do Estado já dividido que teve no ínclito governador Frederico Campos um verdadeiro

Fazíamos parte do jornal “O Estado de Mato Grosso” quando dirigido por Lenine de Campos Póvoas, cujas instalações ficavam ao lado da tradicional Rádio A Voz d’Oeste, “um quarto de século a serviço do povo”, bem ali na esquina da 13 de junho, Praça Ipiranga, em frente de onde funcionou a Imprensa Oficial do Estado de Mato Grosso, na qual Ananias chegou a ser Diretor-Presidente e eu do Conselho Fiscal, fundos da Funerária Cristiano Garcia que ainda era do Irmãos Tenuta.

A propósito, nessa época a imprensa oficial daqui funcionava na esquina da Avenida Getúlio Vargas com a Barão de Melgaço, pouco acima do Cine Teatro Cuiabá, onde hoje funciona o Banco da Amazônia.


Como o governo Fragelli divulgava que trabalhava muito em favor da divisão e criticava o governo anterior do Pedro Pedrossian, o amigão Rubens de Mendonça colocou no bolso do meu sócio, o empresário João Celestino Correa Cardozo, o versinho que está abaixo da foto onde o governador e o então vice, José Monteiro de Figueiredo, o médico Zelito, estavam de braços cruzados. Leiam. Acima está o famoso EXPEDIENTE do jornal EQUIPE que era vendido em dólares no Jardim Alencastro de Cuiabá.

Emmanuel Ribeiro Daubian, Ranulplho Paes de Barros, cujo nome artístico sempre fora “De Barros”; João Ponce, Filinto Müller e até eu, entre nomes famosos e honrados daqui, pertencentes ao PSD, elaborávamos os jornais “O Social Democrata” e o também heróico "Folha Mato-grossense" que foi o porta-voz de "De Barros" e eu na Coluna Internacional do Mixto de Glórias Esporte Clube.

Eu tinha participação, também jornalística, no “O Estado de Mato Grosso", jornal “A CRUZ”, da Arquidiocese de Cuiabá; RVO e mais tarde no jornal "Tribuna Cuiabana", o mais famoso na época de propriedade da Condessa Shirley Ocampos e do Antônio Ocampos. Todos recheados de fatos que "nem te conto"...

Pulei muita coisa. E pulo outras fantásticas. Para afirmar que o jornal “EQUIPE”, fora vendido ao empresário João “Balão”, João Celestino Correa Cardozo, que o comprou, em 1973, e me propôs a peso de ouro a compra de meu passe e a sociedade naquele jornal – nunca me canso de registrar isso, pois imaginei que tal proposta-atrevimento que fiz jamais seria aceita.


Em destaque que tantos leitores solicitaram para a lembrança do nome do famoso Gastão.

E assim deixei a TV Centro América da qual também sou fundador e era apresentador do telejornalismo, “Telejornal Canal 4”, “Nossa Gente e Nossos Valores", “Noite de Gala”, entre outros que determinada turma de S. José do Rio Preto(SP) entrou de sola nessa TV dos Zahran e apenas queimou e destruiu tudo, o mais belo acervo cuiabano da história da TV por aqui.

E, nós dois, João e eu, fizemos heroicamente o jornal “EQUIPE” durante todo o decorrer do governo de Fragelli, combatendo rigorosamente, em período difícil da vida nacional pela grave censura dos e aos delegados do sistema que era militar, a divisão do Estado que era urdida nos porões de Cuiabá, debaixo dos bigodes da covardia de meia dúzia de elementos daqui mesmo que eram vira-casacas de nossa história e genuflexados sempre lambiam os sapatos de Fragelli. Menos o jornal “EQUIPE” que fazíamos diariamente e que era vendido a peso de ouro, no câmbio negro do Jardim Alencastro.


Esta foto que tanto ilustrou com os versos, conta a lenda que foi enviada pelo bancário Moacir da Costa e Silva... Já outros falam que a trovinha é que seria do Moacir...

Enquanto a censura impunha que a grande imprensa nacional publicasse apenas receitas de bolo, o “EQUIPE” lançava chamadas por aqui como “O governador conspirador de braços cruzados” cujos meus artigos eram transcritos NA ÍNTEGRA, NA PRIMEIRA PÁGINA dos jornais “O Estado de S. Paulo” e “Folha de S. Paulo”. Essa fase de coragem cuiabana e luta durou até e exatamente o dia do término do governo de Fragelli em 1975 quando assumiu Garcia Neto. Pulo todo o resto. Está tudo em meu livro que esses colegas paulistas e brasilienses teimam em valorizar e querem porque querem publicar tudo...

HORÁRIO IRRITANTE NO RÁDIO DE HOJE  

É fácil criticar. Quero ver fazer ou reconhecer verdades. Falar inverdades ou suprimir fatos é tão dolorido como dizer que o povo não aguenta mais tentar EU DISSE TENTAR – ouvir um dos mais excelentes programas de Rádio AM de Cuiabá, entre as centenas de emissoras de rádio AM que estão divulgando programas locais, portanto, cumprindo a lei.

Tal emissora, onde ouvi o professor William Gomes, também gente da gente – e, também bom – embaraçar-se com fatos que o excelente apresentador/entrevistador não conhecia, tem um problema de áudio, a partir das seis horas da manhã.

Possui uma música LAMÚRIA & LAMENTAÇÕES sobre Mato Grosso, dolorida, chata, enervante, suplicante, irritante, extremamente REPETIDA, grotescamente REPETIDA, uma, duas, três ou mais vezes nos espaços longos dos intervalos que torram...

Além de feia, chorona, enjoativa e chata nos conduz, para todos que desejam ouvir o programa de entrevistas, a um exercício neurótico de guerra para o liga/desliga que nos faz perder, muitas vezes, o início de uma notícia ou entrevista ou esquecer-se de uma vez por todas do programa, caso algo nos desvie as atenções para outra coisa, principalmente em dois momentos: ou quando estamos sonolentos, acordando... Ou quando estamos ouvindo e dirigindo um carro!

Uma notícia e lá vem de novo o choro por um MT bonito de doer, uma ladainha realmente que nos transporta, como dizia Aracy de Almeida, aos subúrbios da loucura.

Bem pior do que o costume nada profissional de interromper uma entrevista importante para transmitir “Notícias RCA”. Interrompem, na hora, uma entrevista sobre “a prisão de todos os vereadores da câmara municipal de Cuiabá” para ouvirmos que “chove em SP”, “o Rio Tietê transbordou”, “um carro bateu num ônibus” e “um ladrão roubou um tamanco no Shopping Ibirapuera”... Só aqui.

Talvez seja uma campanha eleitoral contra alguém da emissora que queira ou é excelente candidato nas próximas eleições daqui...

Não podemos deixar de lado os grandes fatos verdadeiros e acontecidos, pois a omissão dói mais do que inverdades. O jornal “Equipe” existiu da forma citada acima. E o campo-grandense bom que o fazia com competência antigamente/anteriormente, jamais se igualou a “De Barros” (Ranulpho), a Jota Alves (Pachequinho), Márcio de Arruda e, muito menos a Ivo de Almeida, Roberto França, Antero de Barros...

Ele lutava por Campo Grande (MS). Nós, por Cuiabá!

Pulei muita coisa... Mas, muita mesmo. Pulo o resto neste registro especial para o portal “24horasnews”. Eu disse “Portal” e não apenas “site”.

verpz@terra.com.br


Paulo Zaviasky 01/02/2012 - 13:58
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Blog do Valdemir

Cracolãndia tem que ser combatida em Cuiabá


Com índices alarmantes, o consumo de droga tem causado consequências graves em todo país. Preocupado com o surgimento de pequenas ‘cracolândias’ no município de Cuiabá, o vereador Pastor Washington (PRB), sugeriu na Câmara de Cuiabá uma parceria entre a Prefeitura Municipal e o Governo do Estado para combater esse mal que se alastra na Capital mato-grossense.


De acordo com o vereador a situação está mais crítica em bairros como o Porto e Alvorada, que já se tornaram ponto de referência para os viciados. Ele acrescenta que moradores do bairro Bosque da Saúde também reivindicam um enfrentamento às drogas na região.


O vereador republicano cita como exemplo a cidade de São Paulo (SP), onde o poder público tem feito um enfrentamento às drogas com investimentos em casas de recuperação. “Cuiabá tem que seguir o exemplo de São Paulo, onde o poder público tem combatido com todas as armas o consumo das drogas e a prisão dos traficantes que comandam as regiões,” pontua.


Ele acredita que Cuiabá tem solução, desde que o combate seja rápido e com a união de todos, principalmente da sociedade, para que denunciem os locais onde se encontram grupos de pessoas usuárias de drogas. “Primeiramente, o poder público precisa desenvolver planejadamente, ações de combate, com o intuito de resgatar as pessoas que se encontram nessa situação indigna e dominada”.


Segundo ele, para que a medida ocorra é necessário um trabalho intenso das policias, garantindo a segurança de todos e que seja intensificado as ações sociais de assistência social, médica e psicológica para o tratamento e a reabilitação, reintegrando-os na sociedade.


O vereador reforça que nenhuma família espera e muito menos deseja que algum membro venha se envolver com entorpecentes, mas infelizmente, isto pode acontecer. “O vício, muitas vezes, começa dentro de casa, com drogas lícitas como o álcool e o cigarro que aparecem entre as principais causas de morte que poderiam ser evitadas”.


Valdemir Roberto 01/02/2012 - 10:58
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Blog do Valdemir

PSD se prepara para eleições de 2012

 

Membros do Partido Social Democrático PSD estiveram reunidos nesta terça-feira para traçar as metas de 2012 com vistas às eleições municipais. Este foi o primeiro encontro da Executiva Estadual desde que o partido foi criado em setembro do ano passado. Objetivo é buscar o entendimento para lançar candidaturas próprias e firmar alianças de acordo com o cenário político de cada cidade. Para isso, será estabelecido um calendário de visitas da Executiva em todos os municípios de março a junho, até as convenções municipais.

 



“Estamos engajados no fortalecimento do PSD e animados nesse período de preparação, pois temos bastante tempo de março a junho para dedicar aos candidatos e coligações. Queremos mostrar que o partido tem propósito e trabalha pela liberdade, democracia e sustentabilidade”, declarou o presidente Estadual do PSD, vice-governador Chico Daltro.

 

Até o momento, são 80 pré-candidatos a prefeitos em todo o estado. Já o levantamento sobre o número de vices ainda depende da conjuntura política. A cúpula ainda prevê mais de mil candidatos a vereador. Dos 49 prefeitos filiados, 30 vão disputar a reeleição. Os demais já usufruem do segundo mandato.

 

Em Rondonópolis o partido lançará o vereador Mohamed Zaher nas disputas à Prefeitura Municipal. Da mesma forma, dá total respaldo à reeleição do prefeito Tião da Zaeli em Várzea Grande. Contudo, destaca o presidente Daltro, o nome em Cuiabá ainda não está definido. “Vamos discutir para definir se será candidatura própria ou coligada”.

 

O secretário-geral do PSD, deputado José Riva, lembrou que uma das estratégias será avaliar o quadro eleitoral e manter o diálogo. Reforçou que a executiva deu total autonomia para os diretórios municipais na composição das alianças. “Essa autonomia dá segurança aos diretórios e deixa o partido muito tranquilo, pois vai respeitar a decisão de cada um. A última palavra será sempre do diretório municipal”, afirmou Riva, ao acrescentar que com a autonomia poderá estar na base aliada do Governo ou não.

 

No início do mês, Riva recebeu a Executiva Estadual do PSDB, que pediu apoio à candidatura do deputado Guilherme Maluf à Prefeitura de Cuiabá. Os dois partidos também podem formar aliança em Sinop, para lançar o peessedista Roberto Dorner, que segundo Riva, “tem uma candidatura muito viável”.

 

Entre os membros que participaram do primeiro encontro estão: os federais Eliene Lima e Homero Pereira, deputados Aray Lima, Airton Português, Luizinho Magalhães e Walter Rabello; o prefeito Meraldo Sá, o presidente do Cepromat, Wilson Teixeira Dentinho, o presidente da Famato, Rui Prado, o advogado do PSD, Hélio Ramos, o assessor jurídico Xisto Bueno, do PSD Jovem, Janaína Riva, dentre outros.

 

 


Valdemir Roberto 01/02/2012 - 08:01
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Blog do Zaviasky

Calçada da Fama: Obrigado, Presidente Dilma

 

 
Os aposentados do Brasil oram por Dilma e pela saúde dela.
 
Agradecemos à presidente Dilma por vetar o aumento aos aposentados, pois eles não precisam de aumento. Não pagam luz, gás, aluguel, remédios, etc., como todas as outras categorias.
 
Tudo lhes é dado gratuitamente, ao contrário de parlamentares, juízes, ministros, etc., que têm de trabalhar duro para conseguir o pouco que têm.
 
Aposentado só trabalhou por 40 anos, descontando durante esses anos todos para uma Previdência que hoje o acha culpado de todos os males.
 
Aposentado vive de teimoso, pois já não se precisa mais dele, agora que não trabalha mais; é um vagabundo como nos taxou o mulatinho do planalto, FHC, o bobó-lelé de triste memória, e só serve para o Imposto de Renda. Ah, prá isso, serve.
 
 
Além disso, a única greve que os aposentados podem fazer é a de não mais morrerem e entupirem um pouco mais os hospitais públicos, com suas doenças.
 
 
Cordiais saudações, presidente Dilma.
 
 
Nós, os aposentados do Brasil, agradecemos seu carinho e respeito, desejando-lhe saúde, muita saúde.

Paulo Zaviasky 31/01/2012 - 11:28
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Blog do Marcelo Sandrin

AS PELADAS

Em tempos de preparo para Copa do Mundo, além dos excessos alcoólicos, alimentares, ocorrem “corridas” à pratica esportiva, com altos riscos. 

Temos exemplos claros e, infelizmente, com vítimas fatais.

Independente de sua idade, de sua forma física, procure orientação médica e de professores de educação física, obtendo com isso o melhor, o esporte melhorando sua saúde e sua mente, sem riscos para sua vida.


Marcelo Sandrin 31/01/2012 - 11:11
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Blog do Valdemir

Detran.SP alerta para e-mail com informações falsas sobre CNH e extintor de incêndio

 

Divulguei uma notícia recentemente sobre o vencimento da Carteira de Habilitação que haveria mudanças, e postei em meu Blog, uma de minhas leitoras foi pesquisar e acabou constatando que era uma notícia falsa.

 

Agradeço a Heleonora por me ajudar também na veracidade das informaçoes..

 

Notícia oficial:

 

Entre os erros da mensagem, está a obrigação de renovar o documento em 30 dias e de retirar o plástico que envolve o equipamento de segurança.

 

De tempos em tempos, uma corrente de e-mails é divulgada pela internet com informações incorretas sobre os procedimentos que envolvem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

 

De acordo com o texto do e-mail, quem não renovar a CNH no prazo de 30 dias após o vencimento perderá o direito de dirigir, além de pagar multa – o que não é verdade.

 

O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) não estipula prazo para renovar o documento. Ou seja: o condutor pode renovar a CNH a qualquer momento. Também não existe multa ou outra penalidade para o condutor que não fizer o procedimento logo após o prazo de validade.

 

A lei tem duas proibições: não podem conduzir veículos pessoas não habilitadas ou com o documento vencido há mais de 30 dias. Esse é o prazo que o motorista tem para utilizar a CNH vencida. O período é contado a partir da data do vencimento.

 

Quem infringir a norma receberá as penalidades previstas no artigo 162 do CTB: multa no valor de R$ 191,54, sete pontos no prontuário (pois a infração é gravíssima), recolhimento da CNH e retenção do veículo até a apresentação de um condutor habilitado.

 

As informações completas para renovação da CNH, bem como os valores das taxas e documentos necessários, estão disponíveis no portal do Detran.SP. Acesse www.detran.sp.gov.br, clique em “Carteira de Habilitação” e, em seguida, em “Renovação da CNH”.

 

NOVA CARGA HORÁRIA – Outra informação do e-mail que tem causado confusão é a de que mudou a carga horária dos cursos teóricos e práticos. Isso é verdade, mas não é uma novidade: a mudança ocorreu em 2008, por meio da resolução 285 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

 

Desde então, as autoescolas ministram os cursos seguindo o que a legislação de trânsito determina: 45 horas para as aulas teóricas e 20 para as práticas.

 

EXTINTOR DE INCÊNDIO – A mensagem também afirma que o motorista será multado caso não retire o plástico que envolve o extintor de incêndio, o que não é verdade. O equipamento é um item de segurança obrigatório e deve ser instalado na parte dianteira do veículo, ao alcance do condutor.

 

O uso do extintor em veículos é normatizado pela resolução 157 do Contran, que não faz nenhuma menção à obrigatoriedade de retirar o plástico do extintor.

 

As exigências referem-se à condição do equipamento, que deve conter o selo de aprovação do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), pressão adequada, estar dentro do prazo de validade, apresentar integridade do lacre e não possuir amassados ou ferrugem.

 

RESTRIÇÕES AO PERMISSIONÁRIO – Outra informação, que não está no e-mail, mas que também costuma circular na internet é sobre uma suposta restrição imposta ao condutor que obteve a primeira CNH.

Segundo o texto, ele estaria impedido de circular em rodovias durante o primeiro ano de habilitação, o que também não é verdade. Não há qualquer restrição no CTB que impeça os permissionários de conduzir em rodovia, seja ela estadual ou federal.

 

A confusão ocorre devido a um projeto de lei de 2003, que tramitou no Congresso Nacional, em Brasília, propondo a restrição. O projeto, no entanto, não chegou a ser aprovado e foi arquivado em 2009.

 

Fonte: http://www.detran.sp.gov.br/

 

 

 


Valdemir Roberto 31/01/2012 - 09:36
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Blog do Valdemir

Municípios aumentam números de Vereadores

 

A união das câmaras municipais de Mato Grosso (UCMMAT) divulgou as cidades do interior do estado que já pronunciaram que vão aumentar o número de vereadores a partir das eleições de 2012.

 

Os municípios com 15.001 até 30.000 habitantes terão 11 (onze) vereadores, Municípios com 30.001 até 50.000 habitantes terão 13 (treze) Vereadores, Municípios com 50.001 até 80.000 habitantes terão 15 (quinze) Vereadores, Municípios com 80.001 até 120.000 habitantes terão 17 (dezessete) Vereadores, Municípios com 160.001 até 300.000 habitantes terão 21 (vinte e um) Vereadores, Municípios com 450.001 até 600.000 habitantes terão 25 (vinte e cinco) Vereadores.

Com a mudança, as Câmaras Municipais vão continuar a receber o montante previsto pela Constituição Federal, sem aumento nos gastos mesmo com a criação dos novos cargos.

 

Confira a lista dos municípios que já aprovaram a lei:
 

Municípios com 15.001 até 30.000 habitantes terão 11 (onze) Vereadores
    
Água Boa                                           APROVOU 11 VEREADORES
Araputanga                                        NÃO INFORMADO                         
Aripuanã                                            APROVOU 11 VEREADORES
Campo Novo do Parecis                     NÃO HOUVE VOTAÇÃO AINDA   
Campo Verde                                     APROVOU 13 VEREADORES
Canarana                                           NÃO INFORMADO              
Chapada dos Guimarães                    NÃO HOUVE VOTAÇÃO AINDA
Colniza                                               NÃO HOUVE VOTAÇÃO AINDA
Comodoro                                          APROVOU 11 VEREADORES
Confresa                                            NÃO VAI AUMENTAR
Diamantino                                        NÃO VAI AUMENTAR
Jaciara                                               NÃO VAI AUMENTAR
Mirassol d`Oeste                               NÃO HOUVE VOTAÇÃO AINDA
Nova Olímpia                                      NÃO HOUVE VOTAÇÃO AINDA
Nova Xavantina                                  NÃO INFORMADO
Paranatinga                                        APROVOU 11 VEREADORES
Pedra Preta                                        APROVOU 11 VEREADORES       
Peixoto de Azevedo                           NÃO HOUVE VOTAÇÃO AINDA
Poxoréo                                             APROVOU 11 VEREADORES
Rosário Oeste                                    NÃO INFORMADO
Santo Antônio do Leverger                NÃO INFORMADO
São José do Rio Claro                        NÃO HOUVE VOTAÇÃO AINDA
São José dos Quatro Marcos             APROVOU 11 VEREADORES
Vila Rica                                             NÃO INFORMADO
 

Municípios com 30.001 até 50.000 habitantes terão 13 (treze) Vereadores
 

Alta Floresta                                       APROVOU 11 VEREADORES
Barra do Bugres                                 APROVOU 12 VEREADORES
Colíder                                                APROVOU 13 VEREADORES
Guarantã do Norte                              NÃO HOUVE VOTAÇÃO AINDA
Juara                                                   NÃO INFORMADO
Juína                                                   PERMANECE 13 VEREADORES
Lucas do Rio Verde                             PERMANECE 9 VEREADORES – JÁ VOTARAM
Poconé                                                NÃO HOUVE VOTAÇÃO AINDA
Pontes e Lacerda                                APROVOU 11 VEREADORES
Primavera do Leste                             APROVOU 15 VEREADORES
Nova Mutum                                        NÃO HOUVE VOTAÇÃO AINDA
 

Municípios com 50.001 até 80.000 habitantes terão 15 (quinze) Vereadores
 

Barra do Garças                                 NÃO INFORMADO
Sorriso                                               APROVOU 15 VEREADORES
Tangará da Serra                               NÃO HOUVE VOTAÇÃO AINDA
 

 

Municípios com 80.001 até 120.000 habitantes terão 17 (dezessete) Vereadores
 

Cáceres                                              NÃO INFORMADO
Sinop                                                  APROVOU 15 VEREADORES
 

Municípios com 160.001 até 300.000 habitantes terão 21 (vinte e um) Vereadores
 

Rondonópolis                                     APROVOU 21 VEREADORES
Várzea Grande                                   APROVOU 21 VEREADORES
 

Municípios com  450.001 até 600.000 habitantes terão 25 (vinte e cinco) Vereadores
 

Cuiabá                                                APROVOU 25 VEREADORES

 

 

 


Valdemir Roberto 31/01/2012 - 07:34
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Blog do Valdemir

Refeição mais barata do Brasil é em Cuiabá

 

A pesquisa leva em conta uma refeição composta por prato principal, sobremesa, bebida e café expresso.

Almoçar fora de casa ficou 2,5% mais caro e passou a custar, em média, R$ 27,46 no Brasil no ano passado, segundo pesquisa da administradora de cartões-refeição Alelo divulgada nesta sexta-feira (27). No ano passado, o preço médio da refeição individual era de R$ 26,78.

 



A capital de Mato Grosso, Cuiabá, tem o menor preço médio do país, R$ 20,18. São Luis, no Maranhão, tem o preço médio mais alto, R$ 36,21. Brasília fica em 4º lugar dentre as mais caras, R$ 31,77.

 

A pesquisa leva em conta uma refeição composta por prato principal, sobremesa, bebida e café expresso. O levantamento, feito em parceria com o Instituto Datafolha, foi realizado com base em 4.312 entrevistas e levou em conta restaurantes credenciados à rede Visa Vale.

 

No ano passado, o prato principal representou quase 60% do valor da refeição completa, ou seja, R$ 16,35. A sobremesa foi o segundo item mais caro (R$ 5,38), seguida pela bebida (R$ 3,15) e pelo café (R$ 2,58).

 

Preço médio das refeições nas capitais em ordem crescente

 

Cuiabá -                  R$ 20,18
2 ª Campo Grande -    R$ 22,59
3 ª Manaus -               R$ 23,48
4 ª Goiânia -                R$ 23,56
5 ª Belo Horizonte -     R$ 24,01
6 ª Curitiba -                R$ 24,91
7 ª Porto Alegre -        R$ 25,11
8 ª Florianópolis -        R$ 26,06
9 ª Fortaleza -             R$ 26,27
10 ª Recife -                 R$ 26,73
11 ª São Paulo -          R$ 28,47
12 ª Vitória -                R$ 28,58
13 ª Natal -                  R$ 29,87
14 ª Salvador -            R$ 29,96
15 ª Belém -                R$ 30,33
16 ª Brasília -              R$ 31,77
17 ª Rio de Janeiro -   R$ 32,78
18 ª São Luis -            R$ 36,21

 

Veja as cidades em que é mais caro almoçar no Brasil

 

1º - São Luis (MA) -           R$ 36,21
2º - São Vicente (SP) -      R$ 34,91
3º - Rio de Janeiro (RJ) -   R$ 32,78
4º - Brasília (DF) -             R$ 31,77
5º - Sorocaba (SP) -         R$ 30,54
6º - Belém (PA) -              R$ 30,33
7º - Piracicaba (SP) -        R$ 29,99
8º - Salvador -                 R$ 29,96
9º - Natal -                       R$ 29,87
10º - Jundiaí (SP) -           R$ 29,71

 

 


Valdemir Roberto 31/01/2012 - 07:09
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