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Baixinho recua e Zaeli fica na corda bamba

 

Amigos leitores, a situação não muito boa para Tião da Zaeli, prefeito de Várzea Grande que sonha com a possibilidade de ir à reeleição. Isso porque, o “baixinho” líder do PSD no Estado, tem dito por aí que até as alianças sejam formadas, não vai mais declarar apoio a este ou aquele candidato.

 



O recuo momentâneo tem deixado Zaeli preocupado, já que o baixinho é considerado peça fundamental no âmbito das articulações. 

 

Considerado, fiel da balança, para o lado que o maestro do PSB pende é sinal de um grande projeto político, mas, quanto se cala.... Aí amigo nem tudo está definido.

 

Precisando de apoio para alavancar sua candidatura a reeleição, Zaeli está na corda bamba, anda sem rumo, e reza para que o baixinho oficialize seu nome como pré-candidato do PSD.

 

O prefeito que até pouco tempo conseguiu, a muito custo, formar um grupo consistente em prol seu projeto político, inclusive, com o apoio da Câmara de Vereadores – tendo sete parlamentares militando a seu favor - tem perdido espaço e apoio. Até o PMDB do Governador Silval Barbosa que chegou anunciar uma dobradinha no município saiu fora, e, agora, viabiliza nomes visando candidatura própria.

 

É Tião, a coisa ta feia.......

 

 


Valdemir Roberto 15/03/2012 - 07:03
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Tempo quente na prefeitura de VG

 

Quem acha que a situação entre o Legislativo e o Executivo de Várzea Grande, anda um mar de rosas, está completamente enganado. A chapa chiou, e o circo pegou fogo. Fontes daquela prefeitura confidenciaram a este blogueiro que por pouco o prefeito Tião da Zaeli e o presidente da Câmara, Maninho de Barros (ambos PDS), não saíram as vias de fato.

 



A discussão foi tão feia... Mais tão feia, que não se comentava outro assunto nos corredores da Prefeitura de Várzea Grande. O motivo da discórdia: DINHEIRO. Conta a história que Maninho estaria cansado de receber, apenas, 'migalhas' e estaria presionado Zaeli, que por sua vez, recusou abrir os cofres da Prefeitura. Corre a informação de o valor pedido por Maninho, ultrapassa os R$ 200 mil.

 

Mas, nem tudo é dinheiro. Outro motivo da revolta é falta de comprometimento de Zaeli para com o presidente da Câmara. Num acordo entre cavalheiros, Zaeli teria que ceder a cadeira de prefeito à Maninho em troca do apoio. Fontes asseguraram que os compromissos foram altos e estão “pipocando” e, Maninho não está conseguindo honrar o combinado. Até porque a fatura é bem alta.

 

Cansado, de promessas vazias por parte do prefeito, Maninho colocou as “manguinhas” de fora, e agora está cobrando o Zaeli. Em meio essa briga de egos e de podres poderes quem perde é novamente a população de Várzea Gande, que fica a mercê desta situação vexatória.

 

É caros leitores, infelizmente é este o preço que se paga para ter o apoio da Câmara Municipal, ao que parece até o fim das eleições Zaeli deve permanecer nas garras dos vereadores, que não tem compromisso com o município e só pensa em levar vantagens pessoais.

 

 


Valdemir Roberto 14/03/2012 - 07:01
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Blog do Valdemir

Burguer King e o alfaçe de R$ 16

 

Quanto custa uma porção de alface? No mercado, um “pé” da verdura, custa  R$ 2,50, mas, no Burguer King, o preço é salgado... Muito salgado. Em media R$ 16, este é o valor pago por um prato de alface cru, que é vendido como salada na rede de fast-food mundialmente conhecida. É um absurdo, comprar um produto, levar outro e ser mal atendido. Pois é, amigos foi isso que aconteceu com uma querida colega jornalista Flávia Ribeiro, no último final de semana, em shopping de Cuiabá.

 

Quem for ao Burguer King do shopping deve tomar cuidado, pois, corre o risco de pedir uma salada e chegar apenas alface, e o que é pior não ter o direito de trocar o produto por conta do despreparo de seus colaboradores. Imaginem ir passear com o filho e na hora de pedir um sanduiche, acompanhado por uma deliciosa salada como está estampado nos cardápio e chegar apenas alface, sem molho e acompanhamentos.

 

Será que adianta reclamar? Não. Principalmente quanto irá ouvir do atendente um sonoro: “Agora nossa salada é assim!” Ou melhor, traduzindo: “Se contente com esse prato de alface, e não enche meu saco”.

 

Isso é uma vergonha pra Cuiabá, uma vergonha para a própria marca que diz estar preocupada com que os seus clientes. Sinceramente acho que eles se esqueceram de como fazer a salada que é oferecida no cardápio, ou não, acredito que na ânsia de atender outros é mais fácil destratar o cliente.

 

A situação foi no mínimo indigesta. Sem trocar o pedido, sugeriram a minha amiga, “jogar” uma porção de croutons e alguns pedaços de frango. 

 

Diante desta situação vexatória, até dá para perder a fome e vontade de voltar no Burguer King. O que é pior, eles perderam um cliente que poderia indicar centenas de outros clientes o consumo no estabelecimento, mas, com um atendimento deste fica difícil, não é.

 

Quero deixar registrado, a minha indignação com essa rede de fast-food. O desrespeito, a falta de estrutura, de conhecimento, de traquejo social e despreparo dos atendentes. Seja no Burguer King ou em qualquer outro estabelecimento o cliente sempre tem razão.

 

 


Valdemir Roberto 13/03/2012 - 07:02
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Lair Ribeiro

Condicionamentos

Treinamento de pulgas

Sabe como se treina uma pulga? Feche-a dentro de um vidro e feche-o. A pulga não gosta de ficar presa e começa a pular. Ela pula, bate na tampa do vidro e volta. Ela vai fazer isso várias vezes, até que seu cérebro chega à conclusão de que não adianta. Então, ela começa a pular mais baixo, sem bater na tampa. Depois que isso acontece, você pode tirar a tampa do vidro que a pulga nunca mais vai pular para fora. O cérebro dela ficou condicionado à existência da tampa e ela não identificará mais a sua ausência.

Treinamento de elefantes

O treinador pega o ele­fante, quando filhote, passa uma corda no pescoço dele e o amarra a uma árvore. O elefantinho tenta sair, mas a árvore é pesada, forte, e ele não consegue. Depois de várias tentativas, ele desiste. Aí ele cresce, vai para o circo, e o palhaço, para pren­dê-lo, só tem de amarrá-lo à perna de um tamborete. O elefante continuará sempre pensando que está amarrado em uma árvore.

Não somos pulgas nem elefantes, mas também temos uma série de condicionamentos. Mas, geralmente, não nos damos conta disso.


As limitações e a programação negativa

Por que será que temos tanta dificuldade para nos comportar em nosso próprio benefício?

O 99% do poder da mente humana está con­cen­trado no inconsciente. Mas toda a nossa educação costuma explorar apenas o consciente. Não nos ensinam a tra­ba­lhar com o inconsciente, cuja porta de acesso é o hemisfério direito do cérebro.

As limitações que vivemos decorrem da programação negativa instalada em nós durante a infância, e também do uso limitado que fazemos do nosso cérebro. Todos temos dentro de nós um “termostato” que determina o nosso valor. Aliás, todos temos escrito na testa, com tinta invisível, o quanto valemos. Quando au­menta o seu termostato, você aumenta o valor que acha que tem e, em conseqüência, au­menta o que o mundo vai entregar para você.

Quem determina o seu termostato ou o seu valor pessoal, é você. E essa temperatura interna não tem nada a ver com a temperatura externa. Se o seu ter­mos­tato interno diz, por exemplo, que você vale meio milhão de dólares, isso é o que o mundo tende a entregar para você, independentemente da crise econômica, da si­tuação do país, da conjuntura mundial etc.

O que vale é a sua estrutura interna. O mundo é um reflexo do seu interior.

Para acompanhar a evolução do mundo, você precisa usar o seu cérebro de modo diferente do habitual. Se você tiver sucesso dentro do seu cérebro, o sucesso virá. Se você tiver amor, vai receber amor.

No momento em que você muda suas cren­ças e seus valores, o mundo muda para você num estalar de dedos.

William James, um dos grandes filósofos e psicólogos americanos, disse: “Até agora pensava-se que, para agir, era preciso sentir. Hoje, sabe-se que, se começarmos a agir, o sen­ti­mento aparece.”. E concluiu: “O pas­sarinho não canta porque está feliz, ele está feliz por­que canta”.

Ainda que esteja de­pri­mido, se você começar a agir de um jeito feliz, você pas­sa­rá a se sentir feliz e, então, será feliz. O com­por­ta­mento muda o sentimento e este muda o pen­sa­mento.

Seguindo esse raciocínio, você pode não estar recodificando diretamente as crenças negativas instaladas no seu cérebro. Mas estará di­mi­­nuin­do o peso delas na sua vida e, ainda, estará exercitando a forma correta de ins­talar crenças positivas no seu cérebro.

Lair Ribeiro 12/03/2012 - 11:45
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Blog do Zaviasky

Engenheiro defende a volta dos trilhos urbanos às cidades brasileiras

 

Mobilize Brasil

(Peter Alouche: VLT é mais caro, mas valoriza a cidade (crédito: Arquivo)

Marcos de Sousa* -
São Paulo

 

postado    10/03/2012 17:35 h
atualizado 12/03/2012 18:28 h

 

* Formado em engenharia elétrica pela Universidade Mackenzie, em São Paulo, e doutorado em literatura francesa em Nancy, na França, Peter Alouche combina conhecimento técnico a um discurso bem articulado, para defender a priorização dos metrôs e veículos leves sobre trilhos. Alouche é do ramo: foi um dos engenheiros que estruturam o sistema de alimentação e controle do metrô de São Paulo, no início da década de 1970. Nesta entrevista, ele brande seus argumentos para que os trilhos voltem às cidades. E vice-versa.

O que diferencia o VLT do nosso antigo bonde?
O nome VLT é infeliz, porque não trata do modo, mas do veículo - veículo leve sobre trilho. O mesmo com o monotrilho, que não tem trilho. O erro no termo vem da tradução do inglês "light rail transit". Mas, se visto pela tecnologia, veículo leve sobre trilho tanto pode ser: o bonde, "o monotrilho" (que não tem trilho, mas é um veículo ferroviário leve), o bonde um pouco mais moderno, que anda em corredor não inteiramente segregado, e ainda o bonde que anda em corredor absolutamente segregado. Quando inteiramente segregado, ele se torna um metrô leve. Então, como concebo, o VLT pode ir do bonde até o metrô leve.


Os ingleses e franceses o chamam "tramway"; em espanhol, é "tranvia", nomes que passam a ideia de um veículo de superfície, que anda no nível da rua. Tramway, para mim, é a melhor definição do VLT. Porque é um veículo que pode trafegar no meio da rua. Ele segue desse modo, elevado, no centro histórico até a zona de pedestre. Se ingressa na área do centro mais agitada, pode prosseguir por via subterrânea (o que o ônibus já não pode fazer) ou elevada. Exemplo de trem que trafega de vários modos (subterrâneo, elevado, em trincheira) é o de Grenoble, na França, que se adaptou bem ao tecido urbano e funcionou para estruturar o próprio planejamento da cidade.

Esta variação traz diferença no custo, não?
Evidentemente, quando segue em superfície, o custo do VLT é um; enterrado, é outro, maior. Aliás, no metrô, em qualquer sistema, o que custa não é o veículo, é a obra civil. Defendo que, se se vai construí-lo na zona central, subterrâneo e segregado, então vale a pena que prossiga segregado, para torná-lo um metrô leve. A vantagem de ser totalmente segregado é ser um modo absolutamente controlável: não depende do ônibus a cruzá-lo, nem do farol, do carro; tem segurança absoluta, é um sistema fechado. E aqui está a definição de metrô leve.

Quando um sistema de transporte pode ser definido como metrô?
Para se definir como metrô, tem duas condições básicas: ser um sistema rigidamente guiado, diferentemente do ônibus, que depende do condutor. A segunda condição é ser um sistema absolutamente segregado. A terceira condição é a sua capacidade, e aí temos dois níveis: o metrô pesado, como o de São Paulo, e o metrô leve, que tem capacidade menor, como o de Lyon, na França, ou o de Montreal, que tem apenas quatro carros.

Há também os ainda mais leves - os chamados "people mover" - são os do tipo aeromóvel, que ficam em parques, aeroportos, grandes shoppings ou parques de exposições.

Uma quarta condição é a distância entre estações - ela define o tipo de trem e o sistema de aceleração e frenagem.

A quinta condição, por fim, é que o sistema tenha algumas propriedades operacionais típicas de metrô: segurança, confiabilidade, disponibilidade, tudo isso e ainda a frequência. No caso dos trens, como vemos na Europa, existe o chamado diagrama horário - horários diversos de chegada e partida. Esse conceito no metrô não aparece: a cada dois minutos, a cada um minuto etc.

Considero também o monotrilho como metrô, porque tem essas duas condições de que falei. Segregado e rigidamente guiado. Também o Teleférico do Alemão, no Rio, é exemplo de um pequeno metrô - seu modelo é o "metrocable", como se diz na Colômbia.

Voltemos ao VLT. Algumas cidades europeias têm sistemas mistos, com bondes antigos, dos anos 1960, e veículos bem modernos, trafegando nos mesmos trilhos. Esse sistema não pode ser considerado um metrô leve?
O que aconteceu com o VLT? Ele foi evoluindo. Antes haviam os bondes abertos, depois os bondes fechados, como aqueles que existem em Lisboa, em São Francisco, ou aquele que havia no Rio de Janeiro. Hoje temos veículos mais modernos, com piso baixo, sem aquele estribo, para permitir o acesso de pessoas com mobilidade reduzida. Mas não adianta ter a tecnologia mais avançada sem que o projeto seja adequado à cidade.

Aqui no Brasil tivemos exemplos de erros, como o sistema de "pré-metrô" instalado no Rio de Janeiro, com alguns bondes importados da Bélgica, mas que não tinha as características de um VLT moderno, que foi adaptado mas não atendia à demanda. E foi um desastre. Em Campinas, há alguns anos, também ocorreu uma tentativa frustrada de implantar um VLT aproveitando trilhos ferroviários, mas com um traçado errado.

Os bondes modernos, com trilhos nas ruas, são simpáticos, mas têm sua eficiência reduzida por causa dos cruzamentos, da necessidade de ter um condutor. Amsterdâ, na Holanda, por exemplo, é assim. O problema é que o sistema não transporta tanta gente como seria em uma via segregada ou semi-segregada.

VLTs são melhores do que os ônibus diesel?
Se eu fosse dono do mundo (risos), eu colocaria bondes em lugar dos ônibus nesses corredores maravilhosos como o da avenida Santo Amaro (zona sul de São Paulo). Uma composição de VLT transporta o equivalente a seis ônibus desses comuns e, além disso, é um veículo elétrico, que não polui o ar e quase não gera ruído, sem falar no problema ambiental dos pneus.

Vamos pegar um exemplo concreto. Cuiabá, em Mato Grosso, trocou o projeto de BRT por um sistema de VLT para preparar a cidade para a Copa de 2014. Isso foi feito porque supostamente o VLT geraria menos desapropriações, traria menor impacto ao meio urbano e teria maior durabilidade. O custo de implantação, porém, seria cerca de três vezes o custo dos BRTs. O VLT é caro se comparado a um corredor de ônibus?

Sim, é mais caro. Um sistema mais caro significa uma vantagem, por mais paradoxal que isso possa parecer. O antigo ministro das Cidades, Márcio Fortes, cometeu um erro estratégico ao defender a adoção do BRT nas cidades-sede da Copa de 2014. O governo escolheu o BRT para o Rio de Janeiro, Porto Alegre, Cuiabá, Belo Horizonte e outras cidades a partir da ideia de que "somos um país pobre e veículos sobre trilhos são para países ricos". Ora, o ministro faz uma declaração dessas olhando para baixo, para o chão e não para a frente. O Brasil não é um país pobre e logo será a quinta ou a quarta economia do mundo.

Na verdade, o ministro adotou dois critérios: o custo e o prazo, em função do tempo até a Copa do Mundo. Esses são critérios de administrador, mas uma cidade não pode ser tratada por administradores. Precisamos de estadistas, gente como Prestes Maia, JK, Faria Lima, líderes que pensam a longo prazo. Alguém vai dizer que não há dinheiro, mas os benefícios que um bom sistema de transporte traz para a cidade pagam esse investimento a médio prazo.

É um investimento alto, que se paga a longo prazo. E ninguém coloca trilhos para retirar logo depois. Por isso, os urbanistas costumam dizer que o VLT cumpre um papel estruturador da cidade, tal como o metrô, porque atrai a renovação urbana, coisa que o ônibus não faz. E ocorre uma valorização urbana, porque o VLT não degrada o ambiente, como ocorre com os ônibus.

Por quê?
Ônibus tem poluição, tem ruído e é estigmatizado. Ninguém deixa de usar o carro para usar ônibus, mas deixa para usar o metrô. O ônibus é um sistema de transporte aberto, sujeito aos imprevistos do tráfego e por isso tem menor segurança. Se os corredores de ônibus fossem iguais aos de Istambul, na Turquia, inteiramente fechados, segregados, seria diferente. Mas a que custo?

Veja o Expresso Tiradentes, é um sistema fechado de ônibus e funciona muito bem. Mas depois de construir toda aquela obra civil, com elevados e estações enormes, não seria mais adequado incluir um VLT no sistema? Não, eles preferiram manter o ônibus e agora estão fazendo o monotrilho até Cidade Tiradentes. Enfim, falta uma visão de estadista. O ônibus tem seu lugar e é insubstituível. Ele chega a qualquer lugar e 80% da população brasileira viaja de ônibus. O VLT e o metrô são estruturadores do transporte e das próprias cidades.

 

Mobilize Brasil

(VLT em Barcelona, Espanha)

Qual é a capacidade de transporte de um sistema de VLT? A partir de que demanda seria indicado?
Depende da segregação da via. Um bonde circulando pelas ruas leva 8 mil a 10 mil passageiros por hora, em cada sentido. O bonde numa via semi-segregada chega a 15 mil passageiros por hora, por sentido. O metrô leve, um VLT segregado, transporta até 40 mil passageiros por hora, por sentido. Os melhores corredores de ônibus não passam de 30 mil passageiros por hora, em cada sentido. Alguns urbanistas, como o Jaime Lerner, afirmam que o Transmilênio, em Bogotá, transporta 60 mil passageiros, mas isso é uma meia verdade. Na verdade o sistema todo do Transmilênio chega a 60 mil passageiros por hora, mas não em cada faixa.

O VLT não é uma tecnologia importada, não dominada aqui no Brasil?
O país sempre teve trens e domina muito bem o funcionamento de trilhos, sistemas de alimentação etc. É uma técnica dominada, sobre a qual não há segredo. Aqui no Brasil temos várias empresas, Siemens, CAF, Alston e outras que podem produzir esses veículos aqui. Quem sabe fabricar carro ferroviário para o metrô sabe fazer VLTs. Os trens da linha 4 do metrô de São Paulo são coreanos, mas simplesmente porque eles se mostraram mais competitivos do que as indústrias instaladas aqui no Brasil. A tecnologia é aberta, não é mais segredo para ninguém.


Quanto custa o quilômetro do VLT?
Isso é variável e depende da infraestrutura, das obras civis, que correspondem a 60% dos custos. Um sistema em superfície, com faixa reservada e alguns elevados, chega a 25 milhões de dólares por quilômetro. Quando enterrado, chega a 40 milhões de dólares. Outra variável é o tamanho das estações, que depende da demanda do sistema. No Brasil, o custo tende a ser mais alto porque o país tem procurado atender a todas as exigências de acessibilidade, com rampas e elevadores. E tudo isso tem um custo. Em média, esse investimento se paga em 30 anos.

* Originalmente publicado no portal Mobilize Brasil

verpz@terra.com.br

 


Paulo Zaviasky 12/03/2012 - 10:47
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Blog do Valdemir

Convite de grego, quer dizer de Sabiá


Me preparando para  tirar umas pedrinhas na vesícula, aproveitei o final de semana para matar a saudade dos meus tempos de jogador da Ponte Preta de Campinas, do Dom Bosco e das peladas que sempre fazia em Cuiabá. Fui convidado para ser uma das ‘estrelas’ do  time da Câmara Municipal de Cuiabá. O convite veio de ninguém menos que o Frank Sabiá, presidente de uma das torcidas organizadas do Mixto.

 

Foi no sábado. Levantei cedo. Fiz alongamentos. Estiquei as pernas, já um tanto travadas. Me despedi da patroa, dos filhos, dos netos e lá fui eu, parecendo criança em sua primeira partida de futebol, dirigindo meu possante e imaginando quantos gols faria, como seria a festa pela vitória. Como sou abstêmio, imaginei o suco, um refrigerante.

 

Cheguei ao local da partida, me encontrei com o Frank Sabiá e levei o primeiro susto do dia. O jogo estava marcado para começar às 8h. O tempo foi passando e nada de vários dos nossos jogadores chegar e muito menos do adversário. Só às 11h, quando já me sentia meio cansado, o estômago roncando é que o jogo foi começar. Ai me deparei com um segundo susto. No nosso vestiário só veterano, barrigas grandes, cabelos grisalhos, carecas. Entramos no gramado e.. “epa, que adversário é este”? perguntei ao Sabiá. “É o Primos Irmãos”, respondeu ele meio incomodado. Logo percebi que tinha entrado em uma fria. Para quem não sabe o Primos Irmãos disputam competições da elite do amadorzão cuiabano, cheio de jogadores profissionais.

 

Pensei com o cadarço da minha chuteira. “Vamos levar um banho”.

 

Maldito Frank Sabiá. Me convite para entrar no time da Câmara e logo na minha estreia arruma como adversário um dos papões da várzea?

 

Imagina como foi o jogo meu amigo internauta. Imaginou? Bem foi isso mesmo. O que um bando de velhinhos e ‘enferrujados’ como eu iria querer contra um time de moleques, cheio de gás? É claro que fomos goleados, massacrados, humilhados.

 

Perguntei ao Sabiá se era normal o time levar tanta goleada. Pensei até em cancelar meu contrato. Estava arrasado, que estreia mais infeliz. Sabiá até chorou. Disse que o problema é a falta de treinamento e de jogadores mais jovens é claro, além do conjunto está enferrujado.

 

Pobre de mim, onde fui amarrar minha chuteira. Voltei para casa arruinado e mais amargo fiquei ao encarar a família, todos zoando da goleada que sofri. Mas não tem nada não. Vamos treinar, vamos encarar. Não somo o Íbis, aquele time pernambucano que só leva goleada. Mas pelo sim, pelo não, sugiro ao Sabiá que o próximo adversário seja um time formado por velhinhos de algum asilo da cidade, ou então por algum catado por ai, de preferência onde ninguém tenha intimidade com a bola, para que a gente possa vencer, né. Pô Sabia, tenha dó de nós.

 

Mas vocês querem saber quanto foi o resultado?? Não digo, não digo e não digo. Perdi a conta de tantos gols que sofremos. Maldito Frank Sabiá!

 


Valdemir Roberto 12/03/2012 - 09:12
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Pinheiro contrata curso para o uso de tablets


Uma fonte do Palácio Paschoal Moreira Cabral sede da Câmara Municipal de Cuiabá revelou a este blogueiro que tem muito vereador com dor de cabeça, pois não consegue ligar os tablets que a Mesa Diretora adquiriu e está repassando a cada um dos 19 vereadores.

 

Tem vereador que sequer sabe o nome do aparelho fornecido pelo presidente Júlio Pinheiro que chegou até perguntar para os seus assessores, o que era aquilo. Muitos não sabem como manusear o tablet, inclusive, um dos vereadores disse que para mudar a tela do aparelho precisaria molhar a ponta do dedo com a língua.

 

Será que estariam perdidos com a nova tecnologia? Há rumores que haverá um curso rápido para o uso do aparelho, a final ninguém quer passar vergonha.

 

Nossa quanta anarquia gente!  Não acredito que isso esteja acontecendo na Câmara de Cuiabá, mas, como eu sempre venho dizendo a eleição já  começou e eles querem mesmo e só aparecer um pouquinho.

 

A presidência do glorioso Legislativo cuiabano estaria preocupada com a aquisição dos equipamentos para uso em Plenário, já que muitos não saberiam sequer ligar um computador.

 

Amigos leitores, sempre estou na Câmara de Cuiabá, a procura de algum assunto interessante e o que vejo dias de sessão são vereadores preocupados em atender seus celulares. Eles não dão a mínima importância em saber ou ouvir o que se passa em Plenário ou na hora da discussão de algum projeto que interessa a população.

 

Imaginem vocês como será cômico ver os vereadores tentando usar seus tablets, tenho certeza que será motivo de muita piada.

 

E a pergunta que não quer calar... Como fica a situação de vereadores que usam a tribuna e são contra o Kit eletrônico, será que haverá mesmo a devolução do aparelho, como muitos disseram ?

 

Me custa acreditar nisso......

 

 


Valdemir Roberto 12/03/2012 - 07:05
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Licença de Ricardo Teixeira é pra ganhar tempo

 

 
Charge de Mário Alberto, do jornal Lance
Charge de Mário Alberto, do jornal Lance


Ricardo Teixeira pediu apenas licença do cargo de presidente da CBF, alegando problemas de saúde para ganhar tempo. Em 2000, durante a primeira CPI da CBF, Teixeira utilizou-se do mesmo artifício para sair dos holofotes.
 
Vai tentar nos próximos dois meses (pediu licença de 60 dias) manobrar e articular para continuar à frente da CBF e do futebol brasileiro até a Copa de 2014. Mas essa aposta é como botar dinheiro no cavalo azarão, como se diz na linguagem do turfe.
 
Dificilmente dará certo, mas em todo o caso Teixeira vai arriscar, afinal sabe que já está com a corda no pescoço. É só questão de tempo para a corda ser puxada. Vamos aguardar.

Valdemir Roberto 12/03/2012 - 07:01
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Alexandre César é absolvido de ação movida por tucano

 

Alexandre César, suplente de deputado estadual do PT, foi absolvido pelo Tribunal de Justiça estadual da ação que o ex-senador Antero Paes de Barros (PSDB) moveu contra ele por supostos crimes de injúria, difamação e calúnia, à ocasião em que presidia a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), do Bandestado, no Congresso.

 



A disputa judicial teve, em sua origem, uma entrevista dada pelo deputado no programa “Ponto de Vista” da TV Rondon, em 13 de março de 2005. Na ocasião, Alexandre Costa mencionou uma fala do juiz Julier Sebastião, que se referia ao senador o tucano como “senador do Arcanjo”, devido à sua atuação como presidente na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), do Banestado.

 

Na ocasião, o Congresso procurava elucidar remessas de cerca de R$ 120 bilhões ao exterior por meio de empresas offshore, e que envolviam o ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro, o qual, suspeitava-se, tinha ligações com o senador.

 

Fatos públicos e notórios

 

“Ele nunca cometeu crime contra a honra do senador. Os fatos que ele mencionou eram públicos, notórios e confirmados, verídicos”, afirmou João Gomes Filho, advogado do ex-deputado. Para a defesa, a ação do senador contra o deputado teve como objetivo "apenas causar embaraço a Alexandre no Judiciário".

 

O advogado do deputado argumentou, ainda, que Alexandre Costa apenas repetiu informações já repassadas pelo juiz federal Julier Sebastião. “Não há culpabilidade no cidadão que apenas repetiu a fala que já era pública”, afirmou o advogado. “Se esse homem (Antero Paes de Barros) não está sujeito a críticas, nós não vivemos em um sistema democrático”, concluiu.


Valdemir Roberto 11/03/2012 - 07:13
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Senadores agora também têm " Kit Mordomia"

 

Você sabia leitor deste humilde blog que não só a Câmara de Cuiabá está fazendo farra com o dinheiro público, que nada mais é que o meu e o seu dinheiro.

 

No Senado também tem a farra dos famosos tablets...

 

Os poderes vivem fazendo festança com dinheiro público. Agora o Senado comprou sem licitação cerca de 110 tablets para os 81 senadores e 29 servidores da Casa. Os equipamentos custaram cada um R$ 1.718, e já começaram a ser entregues hoje aos parlamentares.

 

Isso significa que os três senadores por Mato Grosso, Pedro Taques, Blairo Maggi e Jayme Campos também foram agraciados com o “kit Mordomia”. 

 

A direção do Senado informa que objetivo principal é reduzir gastos com impressão de pautas e outros documentos manuseados pelos senadores. O gasto será de R$ 190 mil.

 

Além dos tablets comprados agora, cada senador tem à sua disposição no plenário notebook para ser utilizados nas sessões. Também há computadores nos 81 gabinetes.

 

 


Valdemir Roberto 11/03/2012 - 07:10
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